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O livro de Daniel é um livro do antigo testamento, cujo título é derivado do nome de seu autor. Alguns trechos são escritos em hebraico e a maioria em aramaico. Contém ainda uma linguagem conhecida pelos estudiosos bíblicos como sendo "apocalíptica", que é uma linguagem com símbolos vivos para representar alguém ou algum evento futuro. Contém basicamente seis histórias de Daniel e seus amigos judeus na corte de Nabucodonosor e quatro profecias, únicas em estilo no antigo testamento. O antigo testamento ou as escrituras hebraicas constitui a primeira grande parte da bíblia cristã, e a totalidade da bíblia hebraica, foi composta em hebraico ou aramaico. Chama-se também tanach, acrônimo lembrando as grandes divisões dos escritos sagrados da bíblia hebraica que são os livros da lei ou tora, os livros dos profetas ou nevi'im, e os chamados escritos, ou ketuvim. Enquanto a tradição cristã divide o antigo testamento em outras partes, e reordena os livros. Segundo essa tradição, os livros são geralmente divididos nas categorias lei, história, poesia (ou livros de sabedoria) e profecias. Daniel [1] 1 no ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou. E o Senhor lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e uma parte dos vasos da casa de Deus; e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus; e os pôs na casa do tesouro do seu deus. Então disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos que trouxesse alguns dos filhos de Israel, dentre a linhagem real e dos nobres, jovens em quem não houvesse defeito algum, de bela aparência, dotados de sabedoria, inteligência e instrução, e que tivessem capacidade para assistirem no palácio do rei; e que lhes ensina se as letras e a língua dos caldeus. E o rei lhes determinou a porção diária das iguarias do rei, e do vinho que ele bebia, e que assim fossem alimentados por três anos, para que no fim destes pudessem estar diante do rei. Ora, entre eles se achavam: dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Mas o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abednego. Daniel, porém, propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia, portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminarem. Ora, Deus fez com que Daniel acha se graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos. E disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida, pois veria ele os vossos rostos mais abatidos do que os dos outros jovens da vossa idade? Assim poreis em perigo a minha cabeça para com o rei. Então disse Daniel ao despenseiro a quem o chefe dos eunucos havia posto sobre Daniel, Hananias, Misael e Azarias: Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, e que se nos dêem legumes a comer e água a beber. Então se examine na tua presença o nosso semblante e o dos jovens que comem das iguarias reais; e conforme vires procederás para com os teus servos. Assim ele lhes atendeu ao pedido, e os experimentaram dez dias. E, ao fim dos dez dias, apareceram os seus semblantes melhores, e eles estavam mais gordos do que todos os jovens que comiam das iguarias reais. Pelo que o despenseiro lhes tirou as iguarias e o vinho que deviam beber, e lhes dava legumes. Ora, quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras e em toda a sabedoria; e Daniel era entendido em todas as visões e todos os sonhos. E ao fim dos dias, depois dos quais o rei tinha ordenado que fossem apresentados, o chefe dos eunucos os apresentou diante de Nabucodonosor. Então o rei conversou com eles, e entre todos eles não foram achados outros tais como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso ficaram assistindo diante do rei. E em toda matéria de sabedoria e discernimento, a respeito da qual lhes perguntou o rei, este os achou dez vezes mais sábio do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. Assim Daniel continuou até o primeiro ano do rei Ciro. Obersevação: Estamos realizando uma campanha com o tema (21) dias de oração de Daniel, e nesta campanha Deus tem usado o Apóstolo para trazer uma palavra de santidade e fidelidade ao nosso Deus. Fui impactada com a unção do senhor sobre a minha vida e logo pensei nos jovens de nossas igrejas de hoje. Eles são totalmente diferentes de Daniel e seus companheiros, pois vivem em prazer do pecado, não reflete a glória que o Senhor deseja derramar sobre a vida de cada um. Na verdade muitos estão dentro da igreja, mas a igreja não esta dentro deles, falo num tom de preocupação, pois a ciência tem se multiplicado muito a (Televisão, DVD, CDS, Cinemas e etc.) muitos pratos que a sociedade tem oferecido aos nossos jovens , sem sombra de dúvida estamos vivendo em plena Babilônia. Por este motivo oramos a Deus para agir no seio de sua amada igreja levantando homens mulheres com o caráter de Daniel, precisamos urgente rever nossos conceitos de santidade. E o que significa? (Separado ou exclusivo) a serviço do Senhor Deus. “Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja a dignidade excelente obra deseja. Convém que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar”. 1Tm 3.1,2
Se algum homem deseja ser “bispo” (gr. episkopos, i.e., aquele que tem sobre si a responsabilidade pastoral, o pastor), deseja um encargo nobre e importante (3.1). É necessário, que essa inspiração seja confirmada pela Palavra de Deus (3.1-10; 4.12) e pela igreja (3.10), porque Deus estabeleceu para a igreja certos requisitos específicos. Quem se disser chamado por Deus para o trabalho pastoral deve ser aprovado pela igreja, segundo os padrões bíblicos de 3.1-13; 4.12; Tt 1.5-9. Isso significa que a igreja não deve aceitar pessoa alguma para a obra ministerial tendo por base apenas seu desejo, sua escolaridade, sua espiritualidade, ou porque essa pessoa acha que tem visão ou chamado. A igreja da atualidade não tem o direito de reduzir esses preceitos que Deus estabeleceu mediante o Espírito Santo. Eles estão plenamente em vigor e devem ser observados por amor ao nome de Deus, ao seu reino e da honra e credibilidade da elevada posição de ministro. Os padrões bíblicos do pastor, como vemos , são principalmente morais e espirituais. O caráter íntegro de quem aspira ser pastor de uma igreja é mais importante do que personalidade influente, dote de pregação, capacidade administrativa ou graus acadêmicos. O enfoque das qualificações ministeriais concentra-se no comportamento daquele que persevera na sabedoria divina, nas decisões acertadas e na santidade devida. Os que aspiram ao pastoril sejam primeiro provados quanto à sua trajetória espiritual (cf. 3.10). Partindo daí, o Espírito Santo estabelece o elevado padrão para o candidato, que ele precisa ser um crente que se tenha mantido firme e fiel a Jesus Cristo e aos seus princípios de retidão, e que por isso pode servir como exemplo de fidelidade, veracidade, honestidade e pureza. Em outras palavras, seu caráter deve demonstrar o ensino de Cristo em Mt 25.21 de que ser “fiel sobre o pouco” conduz à posição de governar “sobre o muito”. O líder cristão deve ser antes de qualquer coisa, “exemplo dos fiéis” (4.12; cf. 1Pe 5.3). Isto é: sua vida cristã e sua perseverança na fé podem ser mencionadas perante a congregação dignas de imitação. Os dirigentes devem manifestar o mais digno exemplo de perseverança na piedade, fidelidade, pureza em face à tentação, lealdade e amor a Cristo e ao evangelho (4.12,15). O povo de Deus deve aprender a ética cristã e a verdadeira piedade, não somente pela Palavra de Deus, mas também pelo exemplo dos pastores que vivem conforme os padrões bíblicos. O pastor deve ser alguém cuja fidelidade a Cristo pode ser tomada como padrão ou exemplo (1Co 11.1; Fp 3.17; 1Ts 1.6; 2Ts 3.7,9; 2Tm 1.13). O Espírito Santo acentua grandemente a liderança do crente no lar, no casamento e na família (3.2,4, 5, T 1.6). Isto é: o obreiro deve ser um exemplo para a família de Deus, especialmente na sua fidelidade à esposa e aos filhos. Se aqui ele falhar, como “terá cuidado da igreja de Deus?” (3.5). Ele deve ser “marido de uma [só] mulher” (3.2). Esta expressão denota que o candidato ao ministério pastoral deve ser um crente que foi sempre fiel à sua esposa. A tradução literal do grego em 3.2 (mias gunaikos, um genitivo atributivo) é “homem de uma única mulher”, um marido sempre fiel à sua esposa. Conseqüentemente, quem na igreja comete graves pecados morais, desqualifica-se para o exercício pastoral e para qualquer posição de liderança na igreja local (cf. 3.8-12). Tais pessoas podem ser plenamente perdoadas pela graça de Deus, mas perderam a condição de servir como exemplo de perseverança inabalável na fé, no amor e na pureza (4.11-16; Tt 1.9). Já no AT, Deus expressamente requereu que os dirigentes do seu povo fossem homens de elevados padrões morais e espirituais. Se falhassem, seriam substituídos (Gn 9.4; Lv 10.2; 21.7,17; Nm 20.12; 1Sm 2.23; Jr 23.14; 29.23). A Palavra de Deus declara a respeito do crente que venha a adulterar que “o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.32,33). Isto é, sua vergonha não desaparecerá. Isso não significa que nem Deus nem a igreja perdoarão tal pessoa. Deus realmente perdoa qualquer pecado enumerado em 3.1-13, se houver tristeza segundo Deus e arrependimento por parte da pessoa que cometeu o pecado. O que o Espírito Santo está declarando, porém, é que há certos pecados que são tão graves que a vergonha e a desonra, daquele pecado permanecerão com o indivíduo mesmo depois do perdão (2Sm 12.9-14). Mas o que dizer do rei Davi? Sua continuação como rei de Israel, a despeito do seu pecado de adultério e de homicídio (2Sm 11.1-21; 12.9-15) é vista por alguns como uma justificativa bíblica para a pessoa continuar à frente da igreja de Deus, mesmo tendo violado os padrões já mencionados. Essa comparação, no entanto, é falha por vários motivos. O cargo de rei de Israel do AT, e o cargo de ministro espiritual da igreja de Jesus Cristo, segundo o NT, são duas coisas diferentes. Deus não somente permitiu o Davi, mas, também a muitos outros reis que foram extremamente ímpios e perversos, permanecerem como reis da nação de Israel. A liderança espiritual da igreja do NT, sendo comprada com o sangue de Jesus Cristo, requer padrões espirituais muito mais altos. Segundo a revelação divina no NT e os padrões do ministério ali exigidos, Davi não teria as qualificações para o cargo de pastor de uma igreja do NT. Ele teve diversas esposas, praticou infidelidade conjugal, falhou grandemente no governo do seu próprio lar, tornou-se homicida e derramou muito sangue (1Cr 22.8; 28.3). Observe também que, devido ao seu pecado, permitiu que os inimigos de Deus blasfemassem, ele sofreu castigo divino pelo resto da sua vida (2Sm 12.9-14). As igrejas atuais não devem, pois, desprezar as qualificações justas exigidas por Deus para seus pastores e demais obreiros, conforme está escrito na revelação divina. É dever de toda igreja orar por seus pastores, assisti-los e sustentá-los na sua missão de servirem como “exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza” (4.12). Com isto creio que o Espírito Santo esta nos levando a pensar mais um pouco em nossas maneiras de viver, pois escrito está em no livro de ([HEBREUS 12]) 1 Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, 2 fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de Deus. 3 Considerai, pois aquele que suportou tal contradição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos canseis, desfalecendo em vossas almas. 4 Ainda não resististes até o sangue, combatendo contra o pecado; 5 e já vos esquecestes da exortação que vos admoesta como os filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, nem te desanimes quando por ele és repreendido; 6, pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. 7 É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como o filho; pois qual é o filho a quem o pai não corrija? 8 Mas, se estais sem disciplina, a qual todos se têm tornado participantes, sois então bastardos, e não filhos. 9 Além disto, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e os olhávamos com respeito; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, e viveremos? 10 Pois aqueles por pouco tempo nos corrigiam como bem lhes parecia, mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. 11 Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados. 12 Portanto levantai as mãos cansadas, e os joelhos vacilantes, 13 e fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que é manco não se desvie, antes seja curado. 14 Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, 15 tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus. De que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem; 16 e ninguém sejam devasso, ou profano como Esaú, que por uma simples refeição vendeu o seu direito de primogenitura. 17 Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado; porque não achou lugar de arrependimento, ainda que o buscou diligentemente com lágrimas.18 Pois não tendes chegado ao monte palpável, aceso em fogo, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade,19 e ao sonido da trombeta, e à voz das palavras, a qual os que a ouviram rogaram que não se lhes falasse mais;20 porque não podiam suportar o que se lhes mandava: Se até um animal tocar o monte, será apedrejado.21 E tão terrível era a visão, que Moisés disse: Estou todo aterrorizado e trêmulo.22 Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos;23 à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados;24 e a Jesus, o mediador de um novo pacto, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.25 Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles quando rejeitaram o que sobre a terra os advertia, muito menos escaparemos nós, se nos desviarmos daquele que nos adverte lá dos céus; 26 a voz do qual abalou então a terra; mas agora tem ele prometido, dizendo: Ainda uma vez hei de abalar não só a terra, mas também o céu.27 Ora, esta palavra-Ainda uma vez- significa a remoção das coisas abaláveis, como coisas criadas, para que permaneçam as coisas inabaláveis.28 Pelo que, recebendo nós um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e temor;29, pois o nosso Deus é um fogo consumidor. Este ministério é mantido pelas ofertas e dízimos de pessoas voluntárias que amam a obra de Deus. Se desejar fazer sua oferta de amor deposite na conta corrente, e envia-nos o recibo pelo correio que estaremos enviando gratuitamente um DVD ou CD do Apóstolo Martins ou um CD da Bispa Roseli em seu endereço. Como forma de agradecimento pela sua parceria no reino de Deus.
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