SALMOS 74 •A ASSOLAÇÃO DO SANTUÁRIO PDF Print Email
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Segunda, 19 Maio 2008 11:55
   

Ministrada pelo Apóstolo Martins no culto de libertação 02/08/2007

Na sede da Igreja Apostólica Tabernáculo Divino Ministério Missão Mundial

Rua João Rodrigues Chaves 200 Jardim Iracema – São Paulo

SALMOS 74:1 Ó DEUS, por que nos rejeitaste para sempre? Por que se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto? Lembra-te da tua congregação, que compraste desde a antiguidade; da vara da tua herança, que remiste; deste monte Sião, em que habitaste. Levanta os teus pés para as perpétuas assolações, para tudo o que o inimigo tem feito de mal no santuário. Os teus inimigos bramam no meio dos teus lugares santos; põem neles as suas insígnias por sinais. Um homem se tornava famoso, conforme houvesse levantado machados, contra a espessura do arvoredo. Mas agora toda obra entalhada de uma vez quebram com machados e martelos. Lançaram fogo no teu santuário; profanaram, derrubando-a até ao chão, a morada do teu nome. Disseram nos seus corações: Despojemo-los duma vez. Queimaram todos os lugares santos de Deus na terra. Já não vemos os nossos sinais, já não há profeta, nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará. Até quando, ó Deus, nos afrontará o adversário? Blasfemará o inimigo o teu nome para sempre? Porque retiras a tua mão, a saber, a tua destra? Tira-a de dentro do teu seio. Todavia Deus é o meu Rei desde a antiguidade, operando a salvação no meio da terra. Tu dividiste o mar pela tua força; quebrantaste as cabeças das baleias nas águas. Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto. Fendeste a fonte e o ribeiro; secaste os rios impetuosos. Teu é o dia e tua é à noite; preparaste a luz e o sol. Estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno tu os formaste. Lembra-te disto: que o inimigo afrontou ao SENHOR e que um povo louco blasfemou o teu nome. Não entregues às feras a alma da tua rola; não te esqueças para sempre da vida dos teus aflitos. Atende a tua aliança; pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de crueldade. Oh, não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado. Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa; lembra-te da afronta que o louco te faz cada dia. Não te esqueças dos gritos dos teus inimigos; o tumulto daqueles que se levantam contra ti aumenta continuamente.
Examinando este texto eu lembrei-me que Já passou uns 25 anos atrás que li um livro muito bom, pois este revela fatos macabros da época do paganismo. A raça humana estava mergulhada numa crise espiritual, que da medo mencionar o que eles aprontavam em nome da fé. Muitas nações fizeram tantas abominações que o nosso Deus Todo Poderoso teve que intervir, levantando Profetas, juízes e Reis para dar um corretivo em certas nações, inclusive no seu próprio povo que se contaminou com os deuses de outras nações, e a ira do Senhor se acendeu contra eles. Faço uso da palavra neste momento usando como texto o Salmo 74 onde Masquil de Asafe retrata bem a situação do povo de sua época. Analisando com muita cautela iremos notar que Deus cumpriu sua promessa enviando o seu próprio filho no tempo certo, o mundo estava praticamente globalizado as nações estavam vivendo e compactuando alianças de falsos deuses, cada nação tinha vários deuses e enquanto isso o diabo estava reinando na vida de milhares e milhares de pessoas. Na plenitude dos tempos Deus enviou a João Batista precursor da vinda de Jesus, pregava convertei raças de víboras, pois o tempo já é chegado, o machado já esta colocado no tronco e toda arvore que não produz fruto bom será cortada e lançada no fogo, nesta ocasião João Batista pregava o arrependimento e anunciava a vinda do Messias que deveria resgatar a nação. O povo então deveria recebê-lo com os braços abertos, pois suas manifestações de curas e milagres esta registrado nos livros dos Profetas e Salmos, mas em vez de recebê-lo como o filho de Deus pelo menos por causa das curas e milagres extraordinário que ele efetuava recusaram expulsaram o autor da salvação e da fé. Vejamos um detalhe muito importante no livro São Mateus 8: 28 E, tendo chegado ao outro lado, à província dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram que ninguém podia passar por aquele caminho. E eis que clamaram, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?30 E andava pastando distante deles uma manada de muitos porcos. E os demônios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsas, permite-nos que entremos naquela manada de porcos. E ele lhes disseram: Ide. E, saindo eles, se introduziram na manada dos porcos; e eis que toda aquela manada de porcos se precipitou no mar por um despenhadeiro, e morreram nas águas. Os porqueiros fugiram e, chegando à cidade, divulgou tudo o que acontecera aos endemoninhados. E eis que toda aquela cidade saiu ao encontro de Jesus e, vendo-o, rogaram-lhe que se retirasse dos seus termos. Veja que até os demônios reconhecia a Deidade de Cristo, enquanto que os homens religiosos e estudiosos das leis e dos profetas não conseguiram enxerga o verdadeiro filho de Deus. Isto me deixa muito triste? Pois não da para acreditar que o povo preferiu deixar aqueles dois infelizes sofrendo nas caras de satanás do que vê-los transformados pelo poder do Senhor Jesus. Faço aqui um paralelo com a situação do governo, pois não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do povo brasileiro, e de algumas entidades que se diz defensora do evangelho, mas não consegue ver que o verdadeiro Evangelho é o que liberta e transforma o velho homem em uma nova criatura. A igreja evangélica não tem apoio nenhum do governo estadual e federal, não meus irmãos e amigos ouvintes pelo contrario quanto mais profano o povo fica melhor será para algumas empresas que desenvolve bebidas e tabacos para destruir a família que Deus criou com muito amor. Quero desabafar um pouco nesta noite, pois se trata de um culto de libertação ok! Eu fico pensando em algumas entidades ditas evangélicas que não acredita no poder de Deus para curar os enfermos e expulsar demônios. Eles precisam ler o novo testamento com mais cautela, pois ira encontrar no livro de atos dos apóstolos os milagres que a igreja realizava em nome de Jesus!Mas tem aqueles que dizem isto só foi para os 12 apóstolos e não é para nos! Bem este assunto deixarei para outra matéria amém. Eu analiso tais pessoas como aqueles da cidade dos Gadarenos que expulsou Jesus por ter libertado aqueles dois pobres e infelizes. Bem vou tentar transmiti a vocês a historia das Às Catacumbas de Roma do escritor Benjamin Scott

As Catacumbas de Roma. Autor Benjamin Scott

Comentários do Autor Benjamin Scott

O assunto do presente volume apresenta-nos a época chamada “o período de Augusto”. Essa época começou com o reinado de César Augusto, nascido mais ou menos no ano 63 A.C. e compreende o período dos seus sucessores imediatos. Ela foi notável pela florescente condição da literatura e do saber e pelo próspero cultivo das belas artes. O grande Júlio César, tio e predecessor de Augusto, tinham pelas armas vitoriosas tornando tributárias de Roma, quando Augusto subiu ao trono , compreendia quase todo o mundo então conhecido. A religião dessas nações, com a única exceção dos judeus, era o paganismo, numa ou noutra forma, que era também a religião da Roma Imperial.com as suas armas, Roma levava seus deuses a outras nações e promovia-lhes culto. Por conveniência política, Roma adotava deuses de outras nações pagâs, admitindo-os no seu Panteão. A Índia longínqua, a Citia, a África Meridional e a China, ainda que não conquistadas, e, por conseguinte não tributárias de Roma, eram também pagãs. Não obstante as divindades adoradas nesses países serem diferentes em nome, os seus atributos e caracteres podiam facilmente identificar-se com os adorados no Império Romano. O sistema pagão era Politeísta, isto é adoravam muitos deuses. Geralmente, essas divindades eram representadas por qualquer forma humana, tais como Júpiter, rei do Olimpo, e muitos outros ídolos cujos nomes são, sem dúvida, familiares – Marte, Mercúrio, Netuno, Baco, Vulcano, Juno, Vênus e outros, que eram os deuses ou advogados da guerra, do roubo, do deboche, da embriaguez. Outros personificavam virtudes cívicas e domésticas. Os deuses de Roma, os reis divinizados juntamente com deuses estrangeiros ( tais como Ísis, deusa dos egípcios) e com divindades menores ou semideuses, que presidiam a países, cidades, rios, estações e colheitas, elevavam a centenas a lista dos “muitos senhores e muitos deuses”, a quem, na época a que me refiro, o mundo civilizado rendia homenagem e prestava culto. Poder-se-iam citar inumeráveis autores para provar o número e a inutilidade de tais divindades. Um escritor dessa época observa satiricamente: “ É mais fácil achar um deus do que um homem”.Lívio, falando de Atenas, capital da Grécia, diz que estava cheia imagens de deuses e de homens enfeitados com toda a espécie de material e com toda a pericia da arte. Outro escritor declara: “Por todos os lados há altares, vitimas, templos e festas. Mas os romanos não adoravam somente os deuses que tinham inventado. Na ânsia por um Deus verdadeiro, “se porventura o pudessem achar”, e tendo consciência de que devia haver mais digno da sua estima do que as vis criações da sua corrupta imaginação ajuntaram aos milhares de altares mais um: o altar ao DEUS DESCONHECIDO. Este fato nos é familiar pela narração de Lucas nos Atos dos Apóstolos, e inteiramente confirmado por escritores pagãos. O espírito do apóstolo Paulo sentia-se comovido em si mesmo, vendo a cidade de Atenas “toda entregue á idolatria”, e no seu discurso no Areópago Ateniense, disse: “Indo passando, e vendo os vossos simulacros, achei também um altar em que se achava esta letra: AO DEUS DESCONHECIDO.
O que havia em Atenas havia também em Roma, a capital do mundo, pois nos é dito, pela autoridade de Minúcio Félix, que construíam altares a divindades desconhecidas. Tal era então a natureza politeísta do sistema pagão. Falemos agora um pouco do caráter destes deuses, e da natureza do culto que lhes era prestado. Não há crime, por mais abominável que seja que lhes pudesse ser imputado. O seu caráter pode resumir-se nestes versos do poeta Pope:
“ Deuses injustos, mutáveis, iracundos, Só na vingança e podridão fecundos”. O que eram os deuses era o sistema com o qual estavam identificados; eram os efeitos sobre seus adeptos. Julguemos esse sistema pelas próprias bocas dos pagãos: Aristóteles aconselha que as estátuas e pinturas dos deuses não deveriam exibir cenas indecentes, exceto nos templos das dividades que presidiam a sensualidade. Como não deveriam estar as coisas, para ser necessário tal conselho? E qual o estado de espírito de um pagão esclarecido que podia justificar tal exceção! Petrônio informa-nos que os templos eram freqüentados, os altares eram enfeitados e as orações eram oferecidas aos deuses, para que eles tornassem mais agraveis os vícios desnaturados dos venerados. O honesto Sêneca, revoltado contra o que presenciava ao redor de si, exclama “Quão grande é a loucura dos homens! Balbuciavam as mais abomináveis orações, e se alguém se aproxima,calam-se logo o que um homem não deveria ouvir eles não se envergonhavam de dizer aos deuses” Ainda mais “ se alguém considera o que eles fazem e ao que se sujeitam, em vez da decência, encontrará a indecência; em vez da honra a indignidade, em vez da razão a insensatez”, E, para completar o testemunho dos pagãos, quanto ao caráter e efeitos do seu sistema, Platão declara: “O homem tem-se tornado mais baixo que o mais vil dos animais”.Bem podia o apóstolo Paulo, escrevendo aos romanos durante o período a que nos referimos, usar a terrível linguagem contidas no 1º Capitulo da Epistola, pois tudo é confirmado pelo testemunho de escritores pagãos. Bem podia Paulo atribuir tudo ao sistema religioso de Roma e ao caráter de seus deuses, e afirmar que era por isso que mudavam a glória do Deus incorruptível em semelha e figura do homem corruptível, de aves, de quadrúpedes e de serpentes; pelo que os entregou Deus aos desejos dos seus corações, a imundície, pois não deram provas de que tivessem o conhecimento de Deus.Foram entregues por Deus a um sentimento depravado, para que fizessem coisas que não convém; cheios de iniqüidade, de malicia, de imoralidade, de avareza, de maldade , inveja, de contendas, de engano, de malignidade; tornaram-se homicidas, mexeriqueiros, murmuradores, aborrecidos de Deus, contumeliosos,soberbos, altivos, inventores de males, desobedientes a seus pais, insipientes, modestos, sem benevolência, sem palavra, sem misericórdia.Bastaria citar este trecho de Paulo para provar a nossa tese. Porém, como pode ser que haja alguns que não investigaram a irrespondível evidência em que se baseia a autenticidade dos escritos inspirados. Julgam útil apresentar aos leitores o testemunho combinado, o pagão e o cristão. Pedimos lerem com atenção o capitulo citado; ajudará a apreciar o contraste que será apresentado num capitulo subseqüente. Quando ao caráter dos antigos ídolos pagãos, fora dos limites do Império Romano. Não temos tantas informações; existe, porem, evidência suficiente para provar que o paganismo oriental era tão vil e degradante como o da Grécia e de Roma, sem se ter até agora alterado profundamente. Podemos estudá-lo pela observação atual. Citarei somente uma passagem: um documento público apresentando ao Parlamento por magistrado de Bengala Meridional. Na Índia, fala de adoração da deusa Kalé, dizendo, o assassino o ladrão e a prostituta, todos aspiram a propiciar um deus cujo culto seja a obscenidade e que se deleite no sangue do homem e dos animais, e a quem possam implorar auxilio para cometerem os seus crimes. ”Havia, sem dúvida, exceções a esta regra quanto aos atributos dos deuses pagãos. algumas daquelas divindades personificam virtudes; havia homens melhores do que o sistema que prevalecia. As exceções eram raras e sobressaem nos anais da historia com tanto brilho quanto a sua raridade. Estes homens excepcionais eram virtuosos em razão da luz ainda não extinta na sua natureza decaida; eram virtuosos apesar do seu sistema religioso e não por causa dele. Dionísio de Halicarnasso diz; “Há somente uns poucos que chegaram a ser mestres de filosofia ; por outro lado, a grande e ignorante massa popular está mais propensa a encarar essas narrativas (as vidas dos deuses) pelo lado pior e a desprezar os deuses como seres que se transformam nas mais crassas abominações, ou a não temer praticar as maiores baixezas, crendo que os deuses as praticam também”. Tais eram os deuses do paganismo e tais os efeitos naturais do seu caráter sobre os seus devotos. Observemos que o sistema pagão como o judaísmo era sacerdotal. Administrado por um sacerdócio. Entre os pagãos, o sacerdote, que podia ser homem ou mulher, era o mediador entre o povo e as divindades;a elas oferecia orações e fazia sacrifícios. Em nome delas interpretava sinais. Oferecia presságios e revelava a vontade dos deuses, além de exercer certas funções Judiciais.o culto consistia na prática de certos atos ou ritos exteriores. Era, por outras palavras, exclusivamente externo ou cerimonial. Não existe uma única prova de que ensinassem a moral. Os ritos compreendiam sacrifícios , ofertas, orações, incensos, peregrinações a lugares santos ou relicários; procissões em honra dos deuses; jejuns, abstinências mortificações, penitências, observância de festas e freqüentemente práticas viciosas, como as acima referidas. Esses ritos eram custosos, exigindo sacrifício da parte de cada um. Os seus benefícios aproveitavam mais aos ricos que aos pobres. Não só eram, na maioria das vezes, abominavelmente impuros, mas também barbaramente Cruéis. Acerca da imoralidade das cerimônias é impossível falar. Mas mesmo que fossem descritos, não seriam acreditadas, se não fizessem longas citações de historiadores autorizados. Afirma-se desde já que o Cristianismo baniu o conhecimento dos vícios cometidos publicamente nessa época, vícios que não somente não produziam o descrédito daqueles que os praticavam, mas que faziam parte dos seus ritos religiosos e que, em alguns casos, eram obrigatórios e noutros, tidos como honrosos e meritórios. É uma benção serem agora mortas as línguas em que essas coisas foram escritas! Mas, não devemos esquecer as lições que elas nos ensinam. Dissemos que os ritos pagãos eram muitas vezes barbaramente cruéis. Referíamos principalmente á prática de oferecer sacrifícios humanos; e essa prática, segundo a história antiga, parece ter sido universal. Não é conhecida a data em que essa abominação foi introduzida, mas, sem duvida, foi pouco depois do principio do mundo. Os cananeus, há 3300 anos, a praticavam, oferecendo seus filhos aos ídolos de Canaã. Especialmente a Moloque. Foi evidentemente este um dos crimes pelos quais o Todo Poderoso mandou destruir aquele povo: “Não darás nenhum de teus filhos para ser consagrado ao ídolo Moloque... porque todas estas execrações cometeram os habitantes desta terra, que foram antes de vós, e com elas a contaminaram. Vede, pois, não suceda... como ela vomitou a gente que houve antes de vós, vos vomite também a vós, se fizerdes outro tanto. É necessário explicar que a expressão usada nas nossas Bíblias, “consagrar os filhos ao ídolo Moloque quer dizer queimar as crianças em honra dessa divindade. Sobre este ponto não há dúvida. Moloque, Moloque, Malcom ou Milcom, como chamado, era o planeta Saturno divinizado. O seu culto existia principalmente entre os primitivos habitantes de Canaã, e entre os amonitas, fenícios e cartagineses. O ídolo consistia numa estatua de latão, sob a forma de homem com cabeça de touro; tinha os braços estendidos para frente, um pouco abaixados. Os pais colocavam seus filhos nas mãos do ídolo. Dali a criança caia numa fornalha onde morria queimada. Durante a cerimônia, tocavam tambores e trombetas para abafar os gritos dos inocentes. Algumas vezes o ídolo era oco. Aquecido até ao rubro por fogo colocado dentro, as crianças eram então queimadas nas mãos em brasa da estátua. Apesar de ter o todo poderoso proibido expressamente esses crimes. Os Judeus praticaram-no por vezes, especialmente nos reinados de Àcaz e de Manássés. Erigiram o ídolo no vale ao sul de Jerusalém, chamado Enon, mais tarde denominado Tofete ou Tambores em conseqüência da pratica dessa abominação, e em referencia aos Tambores que tocavam para sufocar os gritos das vitimas. Mais tarde, o lugar veio a ser tão aborrecido pelos Judeus, que deram a ele o nome de “Ge-hinnon” ou Geena, lugar de castigo na vida futura, isto é, o Inferno. De maneira que, na opinião destes Judeus, bastava praticar tais abominações pagãs para fazer da terra um inferno. Continuemos a indagar da prática de sacrifícios humanos. Principiemos pelos Gregos civilizados e filósofos. Agamenon, rei de Micenas, ofereceu sua filha Efigênia, a fim de obter uma brisa favorável para poder atravessar um mar mais estreito que o Canal da Mancha; e, na sua volta, ainda ofereceu outro sacrifício humano. Os atenienses e os massalianos ofereciam anualmente um homem a Netuno. Menelau, rei de Esparta, sendo detido por ventos contrários, ofereceu duas crianças egípcias. A História relata-nos que muitos dos estados gregos ofereciam vitimas humanas antes de empreenderem uma expedição ou guerra. Em Rodes ofereciam um homem a Crono, deus semelhante a Moloque, no dia 6 de julho de cada ano; em Salamina, ofereciam também um homem em março de cada ano; em Chios e Tenedos despedaçavam anualmente uma vitima humana. Na Ática, Ereteu sacrificou sua filha; Aristides sacrificou três sobrinhos do rei da Pérsia; Temístocles sacrificou várias pessoas nobres. Note bem! Estes homens não eram selvagens, mas tidos em seus dias como sábios, justos e bons. Na Tessália ofereciam-se sacrifícios humanos; os Palagianos, em tempo de escassez, ofereciam a décima parte de seus filhos; na Criméia e no Tauro, cada naufrágio estrangeiro, em vez de ser recebido com hospitalidade, era sacrificado a Diana. O Templo desta deusa em Arícia era sempre servido por um sacerdote, que tinha matado o seu antecessor, e os lacedemônios anualmente ofereciam vitimas humanas a Diana até o tempo de Licurgo, que mudou esse costume pelo açoite. No entanto, ás crianças eram muitas vezes Flageladas até morrer. Passemos agora dos Gregos e seus vizinhos para o Império de Roma. A história nos informa que, embora não tão freqüentemente, houve sacrifícios humanos por muitos e muitos anos. Em Roma, era costume sacrificar anualmente trinta homens, atirando-os ao Tibre, para obter o progresso da cidade. Tito Lívio menciona que dois homens e duas mulheres foram enterrados vivos para evitar calamidades públicas. Plutarco descreve um sacrifício semelhante; e Caio Mário ofereceu sua filha Calpúrnia para ser bem sucedido numa expedição contra os Cimbrios. É verdade que no ano 96 a.C. foi publicada uma lei para essas práticas, o que prova que o costume existia. Além disso, o sacerdote pagão mostrava-se muitas vezes mais forte que o magistrado civil, de modo que embora a lei tivesse sido promulgada, o costume não foi abolido. Muitos casos de sacrifícios humanos são mencionados até ao ano 300 da nossa era quase 400 anos depois da publicação da lei. Da Grécia e de Roma passemos a outras nações antigas, e indaguemos quais eram a este respeito as práticas do paganismo. Entre os habitantes de Tiro, o rei oferecia o filho para obter prosperidade; pela Escritura Sagrada sabemos que os Moabitas também tinham tal costume. Na ocasião da derrota do rei de Moabe pelos exércitos aliados de Judá e Israel, o rei de Moabe ofereceu em sacrifício seu filho primogênito, que havia de reinar depois dele. No tempo do Novo Testamento. Pilatos misturou o sangue de certos Galileus com os seus sacrifícios.
Os cartagineses seguiram esse costume. Em ocasiões extraordinárias, ofereciam multidões de vitimas humanas: durante uma batalha entre sicilianos e cartagineses, estes, sob o comando de Amilcar, ficaram no campo oferecendo sacrifícios ás divindades do seu pais, e consumidos sobre uma grande fogueira os corpos de numerosas vitimas. Outra vez, quando Agatocles estava para sitiar Catargo, os seus habitantes, temendo que suas desgraças fossem por causa da ira de Saturno, por lhe terem oferecido somente filhos de escravos e estrangeiros, em vez de crianças nobres, sacrificaram duzentas crianças das melhores famílias, a fim de propiciar a divindade ofendida. Trezentos cidadãos imolaram-se voluntariamente na mesma ocasião. Doutra vez, para celebrar uma vitória, o mesmo povo imolou os mais perfeitos e mais formosos dos seus cativos, e as chamas da fogueira foram tão grandes que lhes incendiaram o acampamento. Tertuliano, escritor cristão, diz que sacrifícios humanos eram comuns na Arcádia e em Cartago nos seus dias, isto é, no terceiro século da era cristã.
Agora voltemos ao Oriente.
No Egito havia sacrifícios de vitimas humanos, cujas cinzas eram espalhadas pelas terras para se conseguir a fertilidade do solo; os escolhidos eram homens de cabelo ruivo. Durante a dinastia dos Hiksos, conta Maneto que diariamente eram sacrificadas três pessoas, isto é, mais de mil por ano. Entre os persas, sabemos que existia o mesmo costume. Quando Anestria, mulher de Xerxes, chegou á idade de 50 anos, como ação de graças aos deuses, enterraram vivas 14 crianças.
Quanto aos assírios, não possuímos ainda informações suficiente acerca da sua mitologia, para pode dizer com certeza que os sacrifícios humanos formavam uma parte do seu sistema religioso, mas as recentes descobertas em Nínive, e o desvendamento da linguagem escrita dos assírios pelo coronel Rawlinson e outros, indicam-nos que eles adoravam deuses aos quais, em outros países, ofereciam sacrifícios humanos. É evidente que os assírios não faziam exceção á regra quanto á crueldade do paganismo, pois das decorações de seus palácios reais fazem parte imagens representando o esfolar pessoas vivas e outros atos atrozes de crueldade. Falando dos Indus e chineses, será mais útil citar as suas práticas recentes, visto como poucos dos seus antigos escritos chegaram até nós. Dos Indus, mesmo sob o domínio europeu, consta de documentos oficiais- os registros públicos de Bengala- que, entre os anos de 1815 e 1824, 5997 viúvas foram queimadas vivas. Tal crueldade ainda se pratica em lugares muito interiorizados. Também era comum afogar e enterrar pessoas vivas. Os Chineses, em Tonkin, sacrificavam crianças cortando-as ao meio ou envenenando-as; e em Laus, quando fundavam um templo, a obra era cimentada com sangue do primeiro estrangeiro que por ali passasse. Também atiravam as crianças aos rios como sacrifício oferecido ás águas.
Voltemos agora para o norte da Europa e vejamos quais os costumes e práticas dos pagãos. Raras são as fontes de onde podemos obter fatos, mas temos o suficiente para tirarmos provas bastantes das práticas pagãs em toda a sua hediondez. Harold, rei saxônio, matou dois de seus filhos para obter uma tempestade que fizesse naufragar a esquadra dos dinamarqueses. Na Rússia, ainda no século X, um homem foi escolhido á sorte e sacrificado, a fim de aplacar a ira dos deuses. Na Zelândia, sacrificavam anualmente 99 pessoas ao deus SWAN-To-WITE. Na Dinamarca, era sacrificado o mesmo numero de homens. Os escandinavos sacrificavam todos os cativos a Odim. Os sacerdotes eslavos não somente matavam vitimas humanas como também bebiam o seu sangue.
O modo de destruir a vida diferia, mas o principio era o mesmo e parece ter sido universal. Os Gauleses matavam com um golpe de machado, dado de tal maneira que a vitima ainda ficasse vivo, para obterem presságios por meio das suas convulsões. Os Celtas colocavam as suas vitimas num altar e abriam-lhes o peito com uma espada: os cimbricos estripavam as vitimas; os noruegueses tiravam-lhes fora os miolos com o jugo de um boi. Os Islandeses crivavam as vitimas de setas. Na Bretanha, os druidas faziam uma figura de vime de forma humana, que enchiam de vitimas e deitavam-lhe fogo, como descreve César. “alguns usam imagens enormes, cujos membros são feitos de vime e cheiros de criaturas vivas; pondo-lhes fogo, as chamas destroem essas criaturas vivas... quando não há número suficiente de criminosos, não têm escrúpulos de torturar os inocentes. Os pormenores não são só revoltantes, mas enfadonhos. Contudo, não se pode considerar completa esta parte do assunto sem lançar a vista sobre países que podem ser classificados como da antiguidade, não obstante quase nada sabemos da sua história antiga, porque a sua religião é, ou era até pouco tempo, pagã em todo o sentido. Esses estão, especialmente na América, na África e nas ilhas do Pacifico. No México parece que a brutalidade de sacrificar vitima humana chegou ao máximo. Nenhum autor calcula o número anual de vitimas em menos de 20.000 e alguns o elevam a 50.000. em ocasiões solenes, o número de sacrificados chegava a ser pavoroso. Na dedicação do grande templo HUITZILO – POLCHLI, no ano de 1.486 os prisioneiros, que já de longa data tinham sido reservados para esse fim, dispostos em fileiras, formavam uma linha de cerca de duas milhas de comprimento. A cerimônia durou alguns dias, e diz-se que 70.000 homens foram mortos. Os companheiros de Cortez, o conquistador do México, contaram num dos templos 136.000 caveiras. Quando perguntaram a Montezuma, o último Imperador do México, porque razão consentia que a República Tlascala mantivesse a sua independência, respondeu que era para que lhe fornecesse vitimas para os deuses. No tempo da seca, para propiciar Theloe, deus da chuva, as crianças eram sacrificadas vestidas de roupas finas, e adornadas de flores de primavera. Escritores narram que os gritos dessas inocentes, quando levadas em liteiras para o lugar da matança, comoveriam os corações mais duros.
Mas não podiam comover os devotos de Moloque, sufocavam os gritos das criancinhas com ruidosas músicas e cantos. Estas vitimam inocentes eram geralmente comprados pelos sacerdotes os seus pais pobres. E pais havia que vendiam os seus filhos! Isto era a repetição do antigo paganismo. “sem benevolência, sem misericórdia”, é realmente a justa qualificação dada pelo apóstolo inspirado. A tribo Fanti e muitas outras da África ofereciam sacrifícios humanos em cada lua nova. Em assanti, a adoração de tubarões e cobras era acompanhada de sacrifícios humanos em suas formas mais pavorosas. Um rei ali deu instruções para o morticínio de 6.000 escravos no seu funeral, e o seu testamento hediondo foi executado. Essa prática existia em todas as ilhas do Pacíficos. Em Otaeite, grande número de pessoas foram mortas, depois de lhes tirarem os olhos, para os oferecerem ao rei. Nas ilhas Marquesas, principalmente nas ilhas Harvey e Pallisay, e nas da Nova Zelândia. Não somente sacrificavam os seus inimigos, mas devoravam-nos.
Não forma parte de este livro indagar por que a prática de sacrifícios, particularmente de sacrifícios humanos, se generalizou. Basta observar que não há prática alguma do paganismo para o qual não se encontre um fundamento de verdade. Assim, os sacrifícios oferecidos pelos Judeus ou pelos pagãos, evidenciavam três grandes verdades. Primeira, que o homem tinha ofendido o seu Deus, segunda que algumas expiações deviam ser oferecidas, ou alguma compensação feita para satisfazer a lei ofendida, terceira que bastaria uma expiação substutiva- isto é, que uma vitima inocente fosse oferecido em lugar do pecador. Estas idéias parecem ter existido universalmente; não há praticamente região no mundo onde não se encontrem. Sem dúvida, derivam da revelação divina feita ao homem no principio da sua existência, como o método destinado a efetuar a reconciliação entre o homem decaído e o seu Criador ofendido. A verdade, porém, corrompeu-se, mas a consciência humana despertando incessantemente seus temores criminosos evitou que a idéia se perdesse de todo. Sentindo a necessidade de um sacrifício de valor, e perdendo de vista o sacrifício perfeito que Deus prometera preparar, o homem buscou no sacrifício da vida humana um sacrifício adequado á sua culpa, e, assim, espalhou a prática de sacrificar “o fruto do corpo pelo pecado da alma”. Não é, contudo, a origem das idéias pagãs, mas o estado do mundo pagão, que estamos desenvolvendo. Se tais eram os ritos religiosos, qual seriam a condição social e moral dos pagãos no período que estamos considerando? A voz da história, se a ouvirmos atentamente, mesmo descontando os excessos das hipérboles e as inexatidões históricas, assegura-nos que a condição social do povo era extremamente miserável e rebaixada. O infanticídio predominava quase tão universalmente como as práticas a que aludimos. Não somente em países bárbaros, mas na culta Grécia e na civilizada Roma. Entre os atenienses e gauleses, as leis autorizavam os pais a destruírem os filhos. Em Esparta, as leis de Licurgo obrigavam o pai a levar os filhos perante uma comissão examinadora; se esta os achasse desfigurados ou fracos, eram lançados numa caverna profunda, perto do monte Taigreto. Aristóteles diz; “É necessário expor (isto é, deixar morrer) crianças fracas e doentes, para evitar um aumento demasiado rápido de cidadãos”. Platão, na sua República, diz que as crianças fracas não devem ver a luz. Também em Roma, as leis davam autoridade aos pais para tirarem a vida de seus filhos. Erixo e Ário, cidadão romanos, mataram cada um seu filho a pancadas e Tertuliano afirma que os romanos expunham seus filhos, á morte, afogando-os ou deixando-os perecer á fome ou, devorados pelos cães. Cícero e Sêneca falam dessas práticas; tratam-nas, porém, como corriqueiras; não as censuram nem as comentam. Terêncio descreve certo Cremes como “um homem de grande benevolência” e, no entanto apresenta-o ordenando á sua mulher que matasse seu filho recém nascido. E mostra que Cremes encolerizou-se por ter a esposa encarregada outra pessoa de executar o ato. Bem preciso terminar este estudo e aconselho vocês comprarem este livro vale a pena estudar a historia do paganismo, ai vocês iram entender muitas coisas da tal igreja se diz a verdadeira igreja de Cristo, pois ela tem muito a se explicar com os inúmeros santos que eles adoram até os dias de hoje. Sendo que a igreja de Cristo foi fundada por ele mesmo no dia de pentecoste na descida do Espírito Santo, e nunca prestou culto ou adoração a nenhuma imagem de escultura feita pelas mãos de homens. Paulo doutrina os crentes de I CORÍNTIOS 1:1 PAULO (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus), e o irmão Sóstenes, À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: Graça e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graças ao meu Deus por vós pela graça de Deus que vos foi dada em Jesus Cristo. Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento (Como o testemunho de Cristo foi mesmo confirmado entre vós).De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, O qual vos confirmará também até ao fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo? Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio, Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro

A SABEDORIA DO MUNDO E A SABEDORIA DE DEUS

17 Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã. Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. Porque, vede irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são; Para que nenhuma carne se glorie perante ele. Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor. Amém amados do Senhor Jesus Cristo.

Com um Sincero Shalom Adonai Apóstolo Martins

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Claudionor Martins de Novais

Last Updated ( Quarta, 01 Setembro 2010 13:56 )