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Mensagem do Apóstolo:Este é um dos artigos mais importantes que já postei no meu blog!
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Este é um dos artigos mais importantes que já postei no meu blog! Recomendo que
todos divulguem e distribuam aos amigos.
Julio Severo
Israel moderno: o maior milagre da história humana?
Exclusivo: Joseph Farah repreendeos cristãos que não são gratos pelo fato de
que o Salvador é judeu
Se você acredita na Bíblia, como eu acredito, o retorno de Israel como nação
depois de 2.000 anos é um milagre maior do que o milagre que ocorreu com a
saída do povo de Israel do Egito.
É isso o que Deus diz em Jeremias 16:14-15:
“Portanto,eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que nunca mais se dirá: Vive o SENHOR, que
fez subir os filhos de Israel da terra do Egito”.
“Mas: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do norte, e de todas as terras
para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, a qual dei a seus pais.”
Pense nisso.
Arestauração da nação de Israel em 1948 e o ajuntamento dos judeus dispersos de
todas as partes do mundo é um milagre maior do que todos os seguintes milagres:
*a divisão do mar Vermelho;
*o maná do céu;
*a água das rochas;
*a entrega da lei no monte Sinai.
Penso que a maioria dos cristãos e judeus do século 21 não aprecia de modo pleno o
que significa serem testemunhas de tal milagre estupendo.
Às vezes quando lemos a Bíblia zombamos da cegueira que o povo do passado
demonstrava para o que estava ocorrendo na época. Mas acho que somos tão
culpados quanto eles — talvez até mais.
O milagre do ajuntamento é maior do que os milagres da saída do povo de Israel do
Egito. Quem diz isso não sou eu. É o Senhor quem diz isso. E é um milagre que
tivemos o privilégio de experimentar de primeira mão. Mas esse privilégio vem
com uma responsabilidade — a responsabilidade de reconhecer o que Deus está
fazendo e reconhecer sem demora que foi uma obra poderosa.
Os Estados Unidos têm hoje muitos cristãos que não entendem isso. Eles não estão
ficando do lado dos filhos de Israel, nossos irmãos cuja aliança experimentamos
e vivemos pela virtude de sermos enxertados, como Paulo explica no livro de
Romanos.
Os cristãos que não mostram gratidão por estarem conectados a esse milagre são
cristãos que em última análise não são gratos pelo presente da salvação e
redenção oferecido ao mundo inteiro. Eles não são completamente gratos por quem
é seu Senhor e Salvador — por que Ele veio e que Ele está voltando!

Eles não são gratos pelo lugar que Ele escolheu para voltar.
Ele não estará indo para Washington, D.C., para governar o mundo. Ele estará indo
para Jerusalém.
Quando e por que Ele estará vindo? Ele estará vindo num tempo em que Israel estará
enfrentando desastre, e Ele estará vindo para salvar Israel.
A teologia da substituição não é apenas uma teologia perigosa. É uma teologia
rasa — é uma teologia que tentou interpretar a maior parte da Bíblia como
irrelevante e retratar Deus como um quebrador de alianças que muda de ideia e
até Sua personalidade.
Mas hoje boa parte das igrejas está confusa sobre quem somos como crentes e a rica
herança bíblica que serve como o alicerce da nossa fé e nossa esperança.
Alguns cristãos não têm certeza se nosso Salvador estará mesmo voltando — sem
mencionar que duvidam que Ele estará voltando para salvar e preservar Israel.
Alguns cristãos estão confusos sobre se o moderno milagre de Israel é verdadeiramente
uma manifestação profética.
Alguns cristãos até veem mais conexão entre sua fé e o islamismo do que veem entre sua
fé e o judaísmo, muito embora o Cristianismo não faça sentido fora do contexto
da promessa messiânica do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Cabe a todos nós como crentes ler e estudar as ricas e abundantes passagens das
Escrituras que lidam com a Segunda Vinda, pois suspeito que haverá crentes
despreparados e pegos de surpresa.
Muitas pessoas não compreenderam nem enxergaram a primeira vinda dEle porque estavam
antecipando um rei conquistador. Suspeito que muitos cristãos não reconhecerão
o rei conquistador quando Ele voltar porque estarão antecipando, em vez disso,
um servo sofredor.
O que Yeshua vai fazer quando voltar?
A Bíblia nos diz que Ele estará voltando para fazer justiça. Suas vestes estarão
com manchas de sangue. Ele vai destruir nações. Ele vai impor Sua vontade com
vara de ferro.
Estamos preparados para esse Yeshua?
Ele vai julgar indivíduos e nações, conforme lemos em Mateus 25. As nações serão
divididas em nações de ovelhas e nações de bodes em grande parte com base no
modo como trataram Seu precioso Israel.
Ele abençoará aqueles que abençoam Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoam.
Nossa fé cristã — e nossa própria redenção — foi construída num alicerce de promessa
feita pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Sem uma compreensão e apreciação
dessa conexão, nossa fé nem faz sentido. Nosso Salvador não apareceu de repente
certo dia em Belém 2.000 anos atrás sem nenhuma expectativa. Ele veio como o
messias judeu há muito tempo esperado, o Rei dos Judeus, da linhagem de Davi, e
Ele no final reinará no trono de Davi por 1.000 anos no futuro.
A propósito, Ele não veio para começar uma nova religião chamada Cristianismo.
Ele veio para cumprir a lei e os profetas e oferecer salvação aos judeus e aos
não judeus igualmente.

Se você crê que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, você também reconhecerá
que quando Ele voltar você, eu e outros crentes vamos guardar o Sábado e
observar a Festa dos Tabernáculos. Estaremos visitando Jerusalém regularmente —
e se não visitarmos, não haverá chuva alguma. Acho que alguns cristãos vão
ficar chocados com o fato de que, no reino de mil anos, o centro de nossa vida
será Israel.
Quantos cristãos nos Estados Unidos hoje realmente compreendem a realidade de que nosso
Deus e Salvador é judeu? Ele não estará comendo sanduíches de presunto nas
lanchonetes das igrejas.
Quantos de nós O reconheceremos quando Ele voltar?
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Modern Israel: Greatest miracle ever?
Fonte: www.juliosevero.com

Pastor desabafa e se diz rompendo com ‘movimento evangélico’
O pastor Ricardo Gondim, da
Igreja Betesda, anunciou em seu site, através de um artigo, que está rompendo
com o Movimento Evangélico. Narrando suas experiências religiosas desde
adolescência, quando abandonou o catolicismo inquieto pelo que chamou de
“dogmas” da igreja romana, o pastor falou sobre o que o fez romper com a Igreja
Presbiteriana e com a Assembleia de Deus, exemplificando cada caso.
Agora, se dizendo sem saber para
onde ir, afirma que está querendo “apenas experimentar a liberdade prometida
nos Evangelhos” e que não abandonará sua vocação de pastor e continuará
servindo na Betesda.
Os motivos listados por Gondim em
seu artigo reclamam da transformação do evangelho em negócio, e se diz “incapaz
de tolerar” a transformação da fé em negócio. “Não posso aceitar, passivamente,
que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de
serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou.
Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar
esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia”, acusa
o pastor.
A falta de afinidade com os
grandes líderes evangélicos nacionais também é colocada como uma questão de
peso e decisiva para o rompimento: “Não consigo admirar a enorme maioria dos
formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem
da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias
horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis”,
afirma o pastor, sem citar nomes.
Em mais uma crítica direta à
teologia da prosperidade, que tem sido priorizada em diversas denominações, o
pastor Gondim afirma que a igreja se tornou inútil ao pregar essa mensagem: “No
momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora
e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde
credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver
com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”?
O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o
sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como
pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus”.
Um texto publicado pelo
jornalista Paulo Lopes, atribuído a José Geraldo Gouvêa, ateu declarado, afirma
que “Gondim não tem para onde ir, a não ser os braços do ateísmo”. O autor do
texto afirma se identificar com o pastor, “uma espécie de Leonardo Boff
evangélico”, fazendo menção ao ex-frei e crítico ferrenho da Igreja Católica.
Confira abaixo a íntegra do
artigo “Tempo de Partir”, do pastor Ricardo Gondim:
Não perdi o juízo. Minha
espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram.
Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde
espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos
displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente
nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus
para que Ele me acuda.
Minha peregrinação cristã está,
há muito, marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica,
onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias
inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas
práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as
costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um
problema!”.
Depois de ler a Bíblia, decidi
sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter
padres e freiras na árvore genealógica – e nenhum “crente”. Aportei na Igreja
Presbiteriana Central de Fortaleza. Meus únicos amigos crentes vinham dessa
denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola
dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei
retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no
coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude
dentro daquela estrutura. Fui calvinista. Acreditei por muito tempo que Deus,
ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo
com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão
para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido
para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem
confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre
garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro,
a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria
frustrado, me garantiram.
Em determinada noite, fui a um
culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso
no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade
reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a
comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e
presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado
como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão,
excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda
adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente,
ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário.
Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada,
capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de
ser presbiteriano.
De novo estava no exílio. Meu
melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a
Assembleia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só
queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembleia de Deus
estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal.
Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior,
iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de
novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada
me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A
estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de
pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em
aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me
encontrava numa sinuca. De novo, precisei romper. Eu estava de saída da maior
denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia
protegido. A querida Betesda me acompanhou.
Agora sinto necessidade de distanciar-me
do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o
coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma,
sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem
mentiroso”.
Estou crescentemente empolgado
com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade
de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente
atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos
que me inspirem a alma.
Então por que uma ruptura
radical? Meus movimentos visam preservar a minha alma da intolerância. Saio
para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que
nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da
verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que
sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de
meus paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a mensagem
que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem
enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que
comumente se conhece como Movimento Evangélico.
1. Vejo-me incapaz de tolerar que
o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem.
Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em
consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o
movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de
lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma
religião que se molda à Babilônia.
2. Não consigo admirar a enorme
maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os
que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei
de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões
execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem
com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma
enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com
dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em
“cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir
nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o
evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de
orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me
com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico
americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem
dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo
por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um
movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra
satânica, apoiada pela indústria do petróleo.
3. No momento em que o sal perde
o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não
desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a
mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca
especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres
que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em
ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a
reconhecerem a necessidade de Deus.
4. Não consigo identificar-me com
o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um
fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte
da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para
a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçadora.
Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar com as ciências sociais.
Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento
e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está
atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de
gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de
Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar
(curtir) uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético
fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos
que não dialogam sem rotular.
Não, não abandonarei a vocação de
pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a
liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas
estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.
Observa que Jesus não foi pego de surpresa.
MATEUS 26: 20 Ao anoitecer reclinou-se à mesa com os doze discípulos; e,
enquanto comiam, disse: Em verdade vos digo que um de vós me trairá.E eles,
profundamente contristados,começaram cada um a perguntar-lhe: Porventura sou
eu, Senhor? Respondeu ele: O que mete comigo a mão no prato, esse me trairá.
Em verdade o Filho do homem vai, conforme está escrito a seu respeito; mas ai
daquele por quem o Filho do homem é traido! Bom seria para esse homem se não
houvera nascido. Também Judas, que o traía, perguntou: Porventura sou eu,
Rabi? Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste. Enquanto comiam,Jesus tomou o pão e,
abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu
corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho,dizendo: Bebei dele todos;
pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para
remissão dos pecados. Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto
da videira até aquele dia em que convosco o beba novo, no reino de meu Pai.
E tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
Observa que Jesus não foi pego de surpresa.
Deus instaura a nova aliança de forma soberana. Jesus usou a ocasião da refeição
da páscoa para instaurar a nova aliança. O simbolismo da refeição em face á antiga
aliança estava prestes a ser satisfeito através da crucificação de Cristo. Nesse
momento histórico,Jesus transformou o significado dos elementos da refeição da
Páscoa no pensamento da nova aliança. O pão agora representava seu corpo,
que seria oferecido, e a taça, seu sangue que seria vertido pelo perdão dos pecados.
As exigências sagrada de Deus e da antiga aliança estavam prestes a ser
satisfeitos para sempre. Estava sendo preparada uma maneira nova e viva da
presença e provisão de Deus através de Cristo, o Cordeiro de Deus. Uma nova e
eterna ligação estava sendo estabelecida pelo sangue de Jesus Cristo. Deus estava
instaurando soberanamente a nova e última aliança. GÊNESIS 3: 21 E
o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu. 22
Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós,
conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também
da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
ROMANOS 3: 25 ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue,
para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os
delitos outrora cometidos;MATEUS 26:23. O hábito de mergulhar pão na mesma
vasilha de molho indicava confiança e intimidade, e o que tornava a ação de Judas
ainda mais traiçoeira. SALMOS 41: 9 Até o meu próprio amigo íntimo em quem eu
tanto confiava, e que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
A traição era necessária para concluir o objetivo de Jesus, mas, de forma alguma,
diminua a culpa do traidor. Judas não estava presente quando Jesus institui a ceia
do Senhor (JOÃO 13: 30 Então ele, tendo recebido o bocado saiu logo. E era noite.).
O pão e o vinho são símbolos para lembrar aos seguidores de Cristo, através dos
séculos,de seu sacrifício redentor. Para a nova aliança, JEREMIAS 31: 31 Eis que os
dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a
casa de Judá, 32 não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os
tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles
invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor.33 Mas este é o
pacto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei
a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu
Deus e eles serão o meu povo.A Ceia do Senhor não apenas relembra os
participantes da morte redentora de Jesus;ela antecipa seu retorno, quando a
ceia memorial cederá lugar ás festividades da festa de casamento do esposo.
Era costumeiro terminar a refeição terminar a refeição da Páscoa cantando
o Hallel, uma parte do Salmo 115 e o Salmo 118.
O Profeta Zacarias predisse o escândalo (ZACARIAS 13: 7 Ó espada, ergue-te contra
o meu pastor, e contra o varão que é o meu companheiro, diz o Senhor dos exércitos; fere ao pastor, e espalhar-se-ão as ovelhas; mas volverei a minha mão para os pequenos.
8 Em toda a terra, diz o Senhor, as duas partes dela serão exterminadas, e expirarão;
mas a terceira parte restará nela.9 E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a
purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela
invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é
meu Deus.7 Ó espada, ergue-te contra o meu pastor, e contra o varão que é o meu
companheiro, diz o Senhor dos exércitos; fere ao pastor, e espalhar-se-ão as
ovelhas; mas volverei a minha mão para os pequenos.8 Em toda a terra, diz o
Senhor, as duas partes dela serão exterminadas, e expirarão; mas a terceira
parte restará nela.9 E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a
purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela
invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é
meu Deus.
Pedro é avisado
Mc.14.27-31. Lc.22.31-34. Jo.13.36-38
MATEUS 26:31 Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis de
mim; pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão.
32 Todavia, depois que eu ressurgir, irei adiante de vós para a Galiléia. 33 Mas Pedro,
respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem de ti, eu nunca me
escandalizarei.34 Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que esta noite, antes que o
galo cante três vezes me negarás.35 Respondeu-lhe Pedro: Ainda que me seja
necessário morrer contigo, de modo algum te negarei. E o mesmo disseram todos
os discípulos.
Jesus em Getsêmane
Mc.14.32-42. Lc.22.39-46. Jo.18.1
36 Então foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmane, e disse aos discípulos:
Sentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar.37 E levando consigo Pedro e os dois
filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.38 Então lhes disse:
A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo.39 E adiantando-se
um pouco,prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível,
passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.40
Voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Assim nem uma
hora pudestes vigiar comigo? 41 Vigiai e orai, para que não entreis em
tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. 42
Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode
passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. 43 E, voltando outra vez,
achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados. 44 Deixando-os
novamente, foi orar terceira vez, repetindo as mesmas palavras. 45 Então voltou
para os discípulos e disse-lhes: Dormi agora e descansai. Eis que é chegada a
hora, e o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. 46
Levantai-vos, vamo-nos; eis que é chegado aquele que me trai.
Jesus é preso
Mc.14.43-50. Lc.22.47-53. Jo.18.2-11
Apóstolo Martins
Jornalista Responsável É Editor
MTB/SP 66.565
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