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Noticias...Pastor Silas Malafaia: “Tenho pastores que ganham entre R$ 4 e 22 mil"






Pastor Silas Malafaia: “Tenho pastores que ganham entre R$ 4 e 22 mil"


Pastor Silas Malafaia: “Tenho pastores que ganham entre R$ 4 e 22 mil"

Líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo fala sobre
a Marcha para Jesus, gays, aborto, política e dízimo.

Aos 53 anos, o pastor Silas Malafaia não teme polêmicas. Líder da igreja Assembleia
de Deus Vitória em Cristo, que neste sábado (19) promove a Marcha para Jesus no Rio,
com expectativa da presença de mais de 200 mil pessoas, o religioso é considerado o
principal inimigo dos ativistas gays, ao lado do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).

Malafaia também é contra o aborto. Em qualquer situação. Suas posições marcantes atingem
ainda líderes evangélicos, como o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus,
e o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus. “Mantenho distância dos
dois por causa das posturas desleais que ambos tiveram comigo”, diz.

Leia também: Líder evangélico cresce em meio a guerra cultural no Brasil


Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O GloboSilas Malafaia: "Não tenho gente
que não ia ser nada na vida e virou pastor" O pastor está há 30 anos ininterruptos na televisão.
Seu programa “Vitória em Cristo” é exibido todos os sábados em três emissoras: Bandeirantes,
Rede TV e CNT; e de segunda a sexta-feira, apenas na CNT. A versão dublada é exibida
em mais de 200 países. Por seus horários na Rede TV, ele paga R$ 900 mil por mês e,
na CNT, R$ 450 mil. Por impedimento contratual, ele não pode divulgar os valores com
a Rede Bandeirantes.

Malafaia também não foge de perguntas sobre as doações que os fiéis fazem para sua igreja.
“Não posso ficar perguntando a 25 mil membros de onde vem o dinheiro.
Mas se um cara chega para mim e diz que fez uma tramoia, não quero.
Ô pastor, fiz um negócio aqui com a Delta ou com o Cachoeira...”, debocha.

Filho de um militar da Aeronáutica com uma educadora, ambos evangélicos,
e formado em psicologia, Malafaia é casado com Elizete, que conheceu aos 14 anos,
e tem três filhos com ela. Com forte sotaque carioca, utilizando gírias e expressões
como “amigo” e “irmão” a todo instante, o pastor conversou com o iG sobre temas
variados, entre eles os salários de pastores, política e Igreja Católica. O movimento
homossexual, obviamente, não ficou de fora. E sobre o tema, ele faz questão
de dizer que, para ele, existem, sim, ex-gays.

iG: Qual é a principal mensagem que vocês vão passar na Marcha para Jesus no Rio?
Silas Malafaia: Ela é baseada em quatro princípios que acreditamos: em favor
da liberdade de expressão, da vida, da liberdade religiosa e da família tradicional
composta por homem, mulher e seus filhos. Marcamos as posições que defendemos.

iG: Isso ficou claro no evento realizado no ano passado em São Paulo, quando
foram abordados temas como a união gay e o aborto. Uma de suas bandeiras é
ser contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Por quê?
Silas Malafaia: Deixa eu te falar uma coisa, amigo. Os grupos ativistas gays passam
de usuários da liberdade de expressão para censores. Essa lei, como está aqui
no Brasil, não existe em nenhum lugar do planeta Terra. Ela fere frontalmente a
Constituição, é uma piada. A Constituição diz que ninguém pode ser cerceado por
convicção religiosa, política ou filosófica. É uma lei do privilégio.

iG: Mas o senhor não acha que deveria ser feito algo para evitar as discriminações
e agressões físicas aos gays?
Silas Malafaia: Não desejo que ninguém morra, ok? Mas os homossexuais dizem
que foram assassinados 260 deles no ano passado. Cinquenta mil pessoas foram
assassinadas no Brasil no ano passado. O número de homossexuais mortos
representa 0,52%. Um dado que eles não falam: grande parte das mortes é resultado
de briga de amor entre eles. Que papo é esse? No mínimo, uns 50%. Homofobia é falácia
de ativista gay para manter verbas para suas ONGs para fazer propaganda de que
o Brasil é um país homofóbico. Homofóbico uma vírgula, amigo.

Leia também: Igreja inclusiva de São Paulo faz campanha contra homofobia cristã
Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O Globo"Não sou um mané e nem minha
igreja é de idiotas", diz o pastor Silas Malafaia
iG: Por causa desses números, que o senhor considera baixos, a lei não precisaria ser criada?
Silas Malafaia: É lógico! E tem outra, amigo. Na lei diz o seguinte: pena de três
a cinco anos de cadeia para as pessoas que impedirem a presença de qualquer
homossexual em locais públicos de sua relação afetiva. O lugar do culto, o templo,
é garantido pela Constituição, mas o pátio da igreja não está. Significa que, se um casal
de homossexuais estiver se beijando no pátio da minha igreja e eu colocar para fora,
vou pegar de três a cinco anos de cadeia. Que história é essa? É uma aberração!
No Brasil, pode-se criticar presidentes, políticos, ministros, pastores, padres, o diabo.
Se criticar homossexual, é homofobia. Manda esses caras verem se eu tô na esquina!

iG: O senhor acredita que possa haver ex-gay?
Silas Malafaia: Se você quiser, eu te mostro. Existe uma associação de ex-gays.
O cara que preside foi travesti em Roma, com silicone no peito e na bunda (ri).
Ele é casado há dez anos. Ser homossexual é um comportamento, como tantos outros.
Ninguém nasce homossexual. Não tem ordem cromossômica ou determinismo genético.
Mas o cara quer ser gay? É um direito dele. E essa conversa do deputado federal gay
de que a igreja evangélica provoca tortura física e psicológica para curar gays?
Isso é um safado, mentiroso! Quando é que a igreja força alguém a deixar de ser gay?
A igreja não cura, ela trabalha com uma palavra chamada libertação.

iG: E se o seu filho fosse gay, o que o senhor faria?
Silas Malafaia: Amaria 100% e condenaria sua prática 100%. Não deixaria de amá-lo,
mas garanto que ia condenar. Há uma ideia na sociedade de que amar é ser tolerante e
encobrir o erro do outro. Pelo contrário, amar é dizer a verdade e confrontar o outro
para ajudá-lo a ser melhor.

iG: O presidente americano Barack Obama declarou recentemente ser a favor do
casamento gay. O senhor acha que essa posição pode fortalecer o movimento gay?
Silas Malafaia: Sim. Mas, pressionado, o presidente Obama está fazendo um jogo
de uma cartada de alto risco. Se a eleição americana tivesse um republicano forte,
com liderança, jamais o Obama abriria a boca para falar isso. É ruim, amigão.

iG: Ultimamente as telenovelas da Rede Globo costumam contar com personagens
homossexuais. Qual é a sua opinião?
Silas Malafaia: (Irônico) Querido, muitos escritores da Globo são gays, né, irmão.
O mais famoso deles é gay declarado. Escrevi uma carta para a direção da Globo
dizendo o seguinte: imagina se na novela das 18h, das 19h, das 21h e nos humorísticos
tivessem personagens evangélicos. Não ia ser uma chatice? Acho que sim. Eles estão
caindo no ridículo porque já está ficando chato demais. E outra. Você já viu que os gays
nas novelas são politicamente corretos? E os evangélicos são babacas, estúpidos, idiotas.
Qual é o objetivo? Irmão, o ser humano é um ser social, que vive de identificação.
A televisão é um instrumento poderoso para mudar comportamento.

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O GloboMalafaia: "Homofobia é falácia de ativista gay
para manter verbas para suas ONGs"
iG: O senhor costuma dizer que a maior parte dos abortos é fruto de promiscuidade
e irresponsabilidade. E em casos de estupro e de bebês anencéfalos, qual é a sua opinião?
Silas Malafaia: Irmão, sou contra qualquer tipo de aborto e te explico o motivo. Na gestação,
o agente passivo é a mãe. O agente ativo é o feto, ele não é prolongamento do corpo da mãe.
É o bebê que regula a estação da mãe, o líquido amniótico. Se não estivesse protegido por
aquela capa, ele era expulso do corpo da mulher como um corpo estranho. Doa essa criança!

Relembre: STF libera o aborto de fetos anencéfalos no Brasil

iG: Algumas pessoas defendem a ideia de que muitas mulheres morrem em clínicas
clandestinas de aborto. Se a prática fosse legalizada, isso não ocorreria. O aborto é
uma questão de saúde pública?
Silas Malafaia: Saúde pública é proteger a mãe e o bebê. Não existe saúde pública
protegendo a mãe e matando o bebê. Saúde pública é dar vida, longevidade.

iG: Em junho do ano que vem, a Igreja Católica vai realizar no Rio a Jornada Mundial
da Juventude, com a vinda do Papa. O que o senhor acha da realização desse evento na cidade?
Silas Malafaia: Parabéns para a Igreja Católica. Acho bacana a conscientização à juventude.
Dou parabéns, não tenho nada contra.

iG: Foi veiculada na Rede Record, do bispo Edir Macedo, uma matéria atacando
o apóstolo Valdemiro Santiago. Após a exibição, o senhor declarou que era o
“sujo falando do mal lavado”.
Silas Malafaia: Eu já defendi ambos em situações difíceis, até de perseguição.
Não me arrependo. Critiquei a matéria porque quem é Macedo para falar de Valdemiro?
Como ele pode fazer essas acusações? Ele tem que ficar quieto. Com que dinheiro
foi comprada a Rede Record? Com a oferta de dízimos. Então ele não tem autoridade para falar.
E o senhor Valdemiro, que vem batendo no Macedo, também não tem autoridade para falar.
É feio para o Valdemiro cuspir no prato que comeu.

iG: Como é a sua relação atual com eles?
Silas Malafaia: Mantenho distância dos dois por causa das posturas desleais
que ambos tiveram comigo. O Valdemiro comprou o meu horário na TV, oferecendo
uma quantia maior. Defendo o cara no meu programa quando outros descem o pau
nele e ele vai por trás e compra o meu horário? (Indignado) Tenho princípio de caráter
e moral, amigo. O Macedo eu defendi, sem ter me pedido, quando ele foi preso.
Marquei minha posição. Aí, ele aumentou quase dez vezes o valor do horário que eu
tinha na emissora dele para me colocar para fora porque não quis participar de um esquema político.

iG: Como era esse esquema?
Silas Malafaia: Ele queria que eu me candidatasse em 1998 a deputado federal e neguei.
Se ele tivesse caráter e falasse que não me queria mais na emissora dele, eu o teria respeitado.
Sua atitude não foi só deselegante, como também faltou ética.

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O Globo"Nem para o cargo de assistente de
carimbador de vereador quero concorrer", diz Malafaia
iG: Tantos anos depois desse convite, hoje o senhor pensa em entrar para a política?
Silas Malafaia: Amigo, sou pastor. Sou um cara para influenciar, não para ser.
Aqui no Estado do Rio, ajudei a eleger meu irmão (Samuel Malafaia - PSD) como terceiro
deputado estadual mais votado e ajudei outros três deputados federais. Quero influenciar.
Ser, nunca. Nem para o cargo de assistente de carimbador de vereador quero concorrer.

iG: Em 2009, houve uma polêmica com o jatinho que o senhor comprou nos Estados Unidos.
Em quais situações ele é utilizado?
Silas Malafaia: Não tenho nada a esconder, irmão. Nunca enganei as pessoas que
colaboram comigo. O avião era usado, custou três milhões de dólares e está em nome
da Associação Vitória em Cristo. Sou presidente de uma instituição, viajo pra cima e
pra baixo, ela tem fundos, meus parceiros são informados do que vou fazer e querem
me acusar de quê? O Papa pode andar de jumbo. Mas pastor quando anda de avião
é ladrão e está roubando o povo otário que não sabe nada.

iG: Como é o nível de escolaridade dos fiéis da sua igreja?
Silas Malafaia: Amigo, na minha igreja tem desembargador, procurador, empresários,
pessoas fazendo doutorado e gente pobre também. A igreja evangélica tem todos os
tipos de classe. Pensam que ela é formada por um bando de babacas iletrados e um
malandro toma o dinheiro deles e faz o que quer. Igreja, como qualquer entidade sem
fins lucrativos, não paga Imposto de Renda, mas é obrigada a declarar o movimento.
Se eu estiver fazendo sacanagem, vou para o saco, irmão!

iG: E por que teve tanta repercussão aquele vídeo (assista) em que o senhor pedia
um mês de aluguel para plantar a semente da casa própria?
Silas Malafaia: Vai ver o troço, rapaz (irritado). Fiz um vídeo para os membros
da minha igreja. Uma campanha: se você acredita e quer, pegue um mês de aluguel,
que pode ser dividido por um ano, e semeie pela fé como oferta na igreja, acreditando
e crendo que Deus vai abrir uma porta para você ter uma casa própria. É para quem crê.
Ninguém é obrigado.

iG: Não são por causa de iniciativas como essa que surgem os preconceitos?
Silas Malafaia: Filho, não posso prometer aquilo que não tenho poder para dar.
Uma coisa é dizer (eleva o tom de voz): me dê uma oferta que você vai comprar
a sua casa própria. Outra coisa é dizer (abaixa o tom de voz): meus irmãos, quero fazer
uma campanha de fé para quem desejar. Se você não crê, não faça. Quer ir à minha igreja
para ver os testemunhos de quantas pessoas que moravam de aluguel compraram a casa própria?
Irmão, com todo respeito, não sou um pastor analfabeto. Tenho formação. Não sou um mané
e nem minha igreja é de idiotas. Se chego na minha igreja e digo que, se o cara der uma oferta,
ele ganha aquilo, sou colocado pra fora.

iG: De onde vem o seu dinheiro?
Silas Malafaia: Sou dono da editora Central Gospel. Da igreja tenho direito a salário,
mas como estou no projeto gigante de abrir igrejas, abri mão. Sou o pastor que mais
vende palestras em DVD e livros no País. No ano passado, só a Avon comprou mais
de 500 mil livros meus. Nos últimos cinco anos, vendi em cada ano mais de um milhão de livros.
Como tenho outro meio de renda, abri mão do salário da igreja. Não porque ela não quis pagar.
Ela paga muito bem a pastor.

 

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O Globo"Nas novelas, os evangélicos são babacas,
estúpidos e idiotas", avalia Silas Malafaia
iG: E o senhor faz declaração do Imposto de Renda...
Silas Malafaia: Lógico, hermano. Tudo meu, brother, está declarado. Um apartamento que
tenho em Boca Ratton, nos Estados Unidos, usado pelo meu filho quando estava fazendo
universidade, financiado em 30 anos, consta na declaração de ativos no exterior no Banco Central.
Estou muito bem documentado. Meu amigo, o único animal que tenho é um cachorro, não tenho gado,
fazenda nem sítio. Moro em uma boa casa em um condomínio no Recreio dos Bandeirantes
(bairro da zona oeste do Rio), que adquiri a cinco ou seis anos. Tenho minha consciência limpa.
Sou dono da segunda maior editora gospel do País. Ela fatura mais de R$ 50 milhões por ano.
Então acho que posso ter alguma coisinha.

iG: Quanto ganham em média os pastores da sua igreja?
Silas Malafaia: Ninguém ganha igual. Cada um tem o seu valor. Tenho pastores que ganham
entre R$ 4 mil e R$ 22 mil. Pastores que mando para outro estado, pago casa, água, luz, escola
dos filhos, gasolina. Dou dignidade aos caras. Não trabalho com zé bobão. Tinha dois pastores
que eram advogados e possuíam escritórios de advocacia. Cheguei e perguntei: amigo, o que
você quer ser? Pastor ou advogado? Qual é teu chamado? Pastor? Então fecha essa porcaria
e vem comigo. Não tenho gente que não ia ser nada na vida e virou pastor.

iG: O senhor diz que é o único pastor que fala em valores. Quanto o senhor paga pelo o seu tempo na TV?
Silas Malafaia: Não posso dizer o que pago na Band por regra contratual. Na Rede TV, pago R$ 900 mil por mês.
Na CNT, pago R$ 450 mil. Eu dou número, amigo. Não tenho problemas.

iG: Para finalizar, o senhor aceitaria receber dízimo de um político de Brasília?
Silas Malafaia: Amigo, em todo seguimento tem bandido. Pastor, padre, jornalista, médico,
advogado e vai embora. Se um cara é membro da minha igreja e dá o dízimo, ele não dá na minha mão.
Tenho 25 mil membros. Meu irmão é deputado no Rio. Dá dízimo na minha igreja. Se um cara
chega para mim e diz que fez uma tramoia, não quero. Não posso ficar perguntando a 25 mil membros
de onde vem o dinheiro. Recebo o dízimo porque não acredito que todo político seja bandido.
Se eu souber de onde vem o dinheiro, muda a situação. Ô pastor, fiz um negócio aqui com
a Delta ou com o Cachoeira... (ri)!

Serviço: Marcha para Jesus - Rio 2012
Local: Saída às 14h, na Central do Brasil
Participações: Régis Danese, PG, Eyshila e Ministério Apascentar, entre outros





Sobre a SEC

No intuito de auxiliar milhares de profissionais e estudiosos
da área jurídica (e áreas correlatas) no momento da tomada de
decisão mais importante para o futuro de suas carreiras–-escolher
no que e onde se especializar–-a EPD reúne a coordenação acadêmica
e científica de seus cursos para promover uma semana de encontros especiais,
com palestras explicativas sobre cada programa de pós-graduação que disponibiliza.

Este evento tem como objetivo apresentar a estrutura organizacional e física
de primeiro mundo da Instituição; divulgar a excelência com que desenvolve
os programas de pós-graduação, coordenados e ministrados por renomados
profissionais de área jurídica; e promover todas as vantagens de fazer parte do
seleto corpo discente da EPD. Desta forma, mostraremos com transparência
como primamos a relação com nossos alunos, prestando esclarecimentos
necessários sobre os cursos e organização em tempo real.

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Polícia inglesa prende gangue muçulmana de estupradores de meninas inglesas
Posted: 17 May 2012 03:29 AM PDT
Polícia inglesa prende gangue muçulmana de estupradores de meninas inglesas

Nota de Julio Severo: A matéria jornalística a seguir, do jornal inglês Daily Mail,
trata de uma das muitas gangues muçulmanas de estupradores de meninas inglesas.
Contudo, por causa das leis anti-discriminação, as autoridades e os jornais são
impotentes para lidar com o problema do jeito duro que merece, não tendo nem
mesmo liberdade de frisar que TODAS as gangues asiáticas de estupradores de
meninas inglesas são muçulmanas. Pelo contrário, os autores dos crimes, pelas
leis anti-discriminação, são tratados com “dignidade” por autoridades e meios de
comunicação da Inglaterra — uma dignidade que eles pisotearam na vida de meninas
do país que acolheu os muçulmanos estupradores. A Inglaterra já está caindo diante
do islamismo, e entregando suas meninas no altar de sacrifício sexual e moral.
Detetives responsáveis pela prisão de gangue asiática de pedófilos procuram outros
QUARENTA homens que podem ter tido relações sexuais com menores de idade
* Juiz afirma que a gangue se aproveitou de cinco meninas, de idades entre 13 e 15 anos,
em parte por serem de uma “comunidade ou religião” diferente.
* Nove homens foram condenados a um total de 77 anos de cadeia, e a polícia prepara
a prisão de outros quatro
* O Juiz Gerald Clifton indeferiu alegação da defesa de que a acusação tinha “motivação
de raça” depois que o líder do bando o chamou de “racista maldito”
* Mas os advogados de um dos condenados afirma que irá recorrer com base em uma
mensagem do Tweeter do líder do Partido Nacional Britânico
* Foi perdida uma oportunidade de pegar os pedófilos após registro de ocorrência
há quatro anos atrás
* 47 meninas vulneráveis foram atraídas com bebidas alcoólicas, presentes e dinheiro
* Elas eram então rodiziadas para fazer sexo com “vários homens por dia”
* Pelo menos uma vítima foi forçada a fazer sexo com 20 homens em uma noite,
afirma polícia
* Homens condenados serão espalhados por prisões pelo Reino Unido e isolados
de outros prisioneiros por medo de retaliação
* Ex parlamentar trabalhista Ann Cryer afirma que a polícia fez vista grossa para
a gangue por medo de ser acusada de racismo [preconceito contra o islamismo]
* Líder muçulmano alerta que alguns ingleses de origem paquistanesa “pensam
que adolescentes brancas são inúteis e que podem ser abusadas sem pestanejar”
Juiz Gerald Clifton: Condenou a gangue e indeferiu as alegações de racismo contra eles
James Tozer e Nazia Parveen
Os detetives que desmantelaram um grupo de pedófilos estão prontos para mais prisões,
pois a caçada continua, agora para pegar outros 40 membros suspeitos da gangue.

 

Uma vítima da gangue alega ter sido “abandonada” pela polícia e pela Procuradoria Geral da Coroa (foto)


Nove homens asiáticos foram para a cadeia no último dia 9, condenados a um total de 77 anos
por estupro e abuso de 47 meninas, algumas de até 13 anos, após oferecer-lhes bebidas
alcoólicas e atraí-las para restaurantes fast-food.
Agora a polícia identificou quatro outros suspeitos que alegadamente teriam abusado de uma
jovem testemunha, cujas provas ajudaram a garantir as condenações no fim do julgamento
que durou 11 semanas.
Mas muitos outros continuam soltos enquanto a polícia tenta descobrir a verdadeira identidade
dos homens que no tribunal eram chamados por apelidos, como Pateta, Ray, Gordo, Arfam,
Ali, Manni, Mamma e Pino.
Os agressores suspeitos estão se mostrando difíceis de serem encontrados, e teme-se
que alguns deles já fugiram do país.Mas a polícia da região de Greater Manchester
conseguiu identificar quatro homens acusados de abusar sexualmente da principal
testemunha em uma “festa swing” em 2008.
Os detetives acreditam que pelo menos um deles pode ser paquistanês. Eles esperam
efetuar prisões nos próximos dias, mas não planejam estender a investigação para o exterior.
O julgamento escutou que os homens, todos do Paquistão, com exceção de um que é
do Afeganistão, seduziram e “compartilharam” as meninas brancas porque eram vulneráveis.
O subchefe de polícia Steve Heywood, da Polícia de Greater Manchester, afirma: “Não
é uma questão racial. Trata-se de adultos predando crianças vulneráveis. Somente por
acaso, nesta área e neste momento em particular, aconteceu que nesta faixa demográfica
esses homens eram asiáticos”.
No entanto, o líder da gangue gritou com o juiz durante o julgamento, chamando-o
de “racista maldito” depois que ele e outros oito homens foram para a cadeia.
O acesso de ira extraordinário veio depois que o juiz Gerald Clinton acusou a
gangue de visar meninas brancas porque elas não faziam parte da sua “comunidade
ou religião [islâmica]”.
Políticos mais antigos compraram a briga com o caso, com uma ex-parlamentar
do Partido Trabalhista acusando a polícia e os assistentes sociais de ignorarem
as reclamações porque estavam “apavorados para não serem chamados de racistas”.
Com especialistas em pedofilia insistindo que os aliciamentos nas ruas por homens
muçulmanos era um problema real, o juiz deixou claro que acreditava que a religião era um fator.
Clifton condenou o líder do bando, de 59 anos, a 19 anos de prisão, e outros oito homens
a penas entre 4 e 12 anos, dizendo-lhes que haviam tratado suas vítimas “como se
fossem inúteis e indignas de qualquer respeito”.
E acrescenta: “Acredito que um dos fatores que levou a isso é que elas não eram da
sua comunidade ou religião”.
Mas ele desqualificou como “besteira” os protestos de alguns homens que alegaram
que a acusação tinha motivação racial, dizendo-lhes que eles estavam no banco dos
réus por causa da sua "lascívia e ganância".
O inspetor Michael Sanderson, da Polícia de Greater Manchester, afirma que nenhum
dos homens condenados mostrou “um pingo de remorso”.
Eles serão isolados de outros prisioneiros por medo de retaliação.
Os condenados serão enviados a prisões por todo o país e alojados em alas que
mantêm apenas pedófilos e outros criminosos sexuais. Uma fonte de uma das prisões
afirma: “Eles receberão status de vulneráveis para sua própria segurança”.
A maior sentença, de 19 anos, foi imposta ao líder do bando, de 59 anos, cujo nome
foi omitido por razões legais. Depois de uma série de acessos de raiva, que levou
às lágrimas uma mulher do júri e insultou a promotora Rachel Smith, ele foi expulso
do banco dos réus.
Ontem ele se recusou a comparecer ao Tribunal da Coroa de Liverpool para escutar
do juiz sua sentença por estupro, colaboração e apologia ao estupro, tráfico de
pessoas e formação de quadrilha com fins de pedofilia.
O juiz Clifton afirma que não é à toa que ele causou medo em suas jovens vítimas,
qualificando-o como "um brutamontes desagradável e hipócrita”.
Ele afirma que as meninas foram estupradas “de maneira insensível, cruel e violenta”
após serem atraídas por “bajulações, comida e bebidas alcoólicas”.
Clifton qualificou as alegações de que a acusação tinha motivação racial como “besteira”,
e acrescentou: “Isso foi desencadeado por sua lascívia e ganância. Essas sentenças
valeriam para todos os réus, fossem eles brancos ou asiáticos”.
Dois homens foram inocentados no último dia 8, enquanto que um suposto 12º membro
da gangue, Mohammed Shazad, 40, fugiu para o Paquistão no ano passado.
Shazad, 40, de acordo com a coroa britânica, teria organizado “festas swing” em
seu apartamento na Rua Jephys da cidade de Rochdale. Ele foi preso, mas pagou
fiança antes do início do julgamento e fugiu para o Paquistão no ano passado.
Ele relata ter pago ao motorista de taxi Abdul Aziz, que serviu de intermediário,
entre £30 (R$ 100) e £40 (R$ 130) para trazer meninas ao seu apartamento para
ter relações sexuais.
A principal testemunha da acusação afirma ter ido ao apartamento de Shazad
em inúmeras ocasiões, e foi forçada a ter relações sexuais com ele todas as vezes.
Ele também a levou a outro apartamento onde foi forçada a ter relações com
outros homens, conforme relatou ao júri.
Shazad, também conhecido como Khan, trabalhou em um fast-food em Spotland Road,
Rochdale, teria dito às meninas que relutavam em serem levadas ao seu apartamento:
“Sem sexo, sem dinheiro”.
A Polícia de Greater Manchester investigou uma queixa de uma vítima de 15 anos
de que havia sido estuprada em 2008, mas a procuradoria geral optou por não indiciar
o acusado, e os abusos continuaram.
A polícia subestimou o histórico racial dos homens, dizendo que as meninas
(a maioria oriundas de lares desestruturados e “caóticos”) foram visadas porque
eram vulneráveis, não porque eram brancas.
Em apoio a eles, Keith Vaz, parlamentar trabalhista e presidente da comissão de
assuntos internos, disse ao programa de TV Today transmitido no último dia
9 que apontar a origem paquistanesa de praticamente todos os membros da gangue
poderia alimentar a revolta da extrema-direita.
Mas Martin Narey, ex-diretor executivo da instituição de caridade infantil Barnardo’s,
disse no programa que existia um “problema real” que precisava ser confrontado.
“Existem evidências preocupantes de que os asiáticos são a grande maioria nos
processos por esse tipo de crime”, afirma. Narey acrescenta que “meninas vulneráveis
que andam pelas ruas à noite são em geral brancas em vez de asiáticas, que têm
uma criação mais rígida”.
Ele foi apoiado por Ann Cryer, ex-parlamentar trabalhista de Keighley, West Yorkshire.
Ela reclama: “Isso é um completo escândalo. Eles (a polícia e a procuradoria geral)
estavam apavorados para não serem chamados de racistas, então reverteram o padrão
de correção policial. Eles tinham mais medo de serem vistos dessa forma do que de lidar
com os problemas diante deles”.
Kabeer Hassam, 25, de Oldham, foi preso no último dia 9 e condenado a 9 anos
de prisão por formação de quadrilha e estupro.
Abdul Aziz, 41, de Rochdale, foi condenado a 9 anos por formação de quadrilha
e tráfico de pessoas para exploração sexual.
Abdul Rauf, 43, de Rochdale, foi condenado a 6 anos por tráfico de pessoas e formação
de quadrilha. Mohammed Sajid, 35, de Rochdale, ficará preso por 12 anos por formação
de quadrilha, estupro, pedofilia e tráfico de pessoas.
Adil Khan, 42, de Rochdale, foi condenado a 8 anos por formação de quadrilha e tráfico
de pessoas. Mohammed Amin, 45, de Rochdale, foi condenado a 5 anos por formação
de quadrilha e estupro. Abdul Qayyum, 44, de Rochdale, ficará preso por 5 anos por
formação de quadrilha.
O requerente de asilo rejeitado Hamid Safi, 22, de Rochdale, foi condenado a 4 anos
por formação de quadrilha e tráfico de pessoas.
VERGONHA DA FAMÍLIA DE LÍDER ISLÂMICO PERVERTIDO
A família de um líder islâmico preso por participação na gangue de estupradores
de Rochdale falou sobre sua “terrível vergonha”.
Abdul Rauf, 42, foi sentenciado no último dia 9 a seis anos após ser condenado
por tráfico de pessoas e formação de quadrilha com fins de pedofilia.
Sua irmã Kursum Begum, 48, e seu marido Hameed Khan, 60, falaram de sua
vergonha com o crime “nojento”, e insistiram que não era uma questão racial.
O casal descreveu cenas emotivas em que Ralf desmoronou depois de acusado
pela polícia, temendo que estava para perder “tudo”.
“Nojento”: Abdul Rauf (esquerda) foi condenado por sua irmã e pelo cunhado (direita)
No tribunal, Rauf admitiu ter feito sexo com uma menor de idade em seu taxi. Outra
menina relatou ao júri que fez sexo com ele 20 ou 30 vezes.
Khan, de Rochdale, lamenta: “Estamos envergonhados, é um crime nojento”.
Ao ser perguntado se ele pensava que o abuso era uma questão de raça, ele nega:
“Não é errado só porque ele é asiático; é errado se você for indiano, paquistanês
ou muçulmano. É um crime horrível. Todo mundo sabe as leis deste país, todas as comunidades.
Se você fizer algo errado, não importa se você for branco, negro ou asiático;
errado é errado. O que ele fez envergonhou a todos, e todos na comunidade o condenaram.
Não apenas eu, toda a comunidade”.Khan contou como Rauf, casado e pai de cinco,
admitiu ter feito sexo com uma jovem, mas insistiu que ela não era menor de idade.
Ao ser acusado, Rauf caiu em lágrimas.Khan afirma: “Ele estava chorando. Disse que
não havia feito nada de errado, e acusou os amigos. Disse que se não tivesse escutado
os outros, isso não estaria acontecendo. Chorou muito; sabia que iria perder tudo.
Estava sendo insultado em todo lugar. Não podia levar seus filhos à escola.
Minha esposa disse a ele: ‘Se você não respeita as filhas dos outros, como pode
esperar que respeitem sua própria filha?’”
Begum, irmã de Rauf, disse que toda a sua família se sente culpada pelo que Rauf fez.
Ela reclama: “Estava irritada, chorando. Por que ele fez essas coisas? Ele envergonhou
toda a família. O que ele fez é errado. A lei deu sua punição. Não cabe a mim puni-lo,
mas não o respeito mais como antes. Ele ainda é meu irmão, mas se ele quiser conversar,
não será mais como antes”. Informante do Partido Nacional Britânico no júri?
Pelo menos um membro da gangue irá recorrer contra a sentença com base na alegação
de que um informante no júri tinha contato com o Partido Nacional Britânico.
Enquanto o júri fazia suas deliberações sob condições de total sigilo, o líder do PNB,
Nick Griffin, postou no Twitter que sete dos acusados haviam sido condenados.
Investigações de urgência determinaram que ele estava correto sobre a posição dos jurados,
fazendo com que os advogados de defesa alegassem que um deles deveria estar em
contato com os extremistas.Griffin insinuou mais tarde que havia escutado os vereditos
no Facebook, aparentemente na página de um pequeno grupo de extrema-direita,
os Infiéis da Grã-Bretanha.O juiz indeferiu a solicitação da defesa para dispensar o júri,
alegando que não existia maneira de os detalhes de suas deliberações terem vazado.
Mas ontem um dos advogados insistiu que o seu direito a um julgamento isento estaria
comprometido como resultado disso, e um recurso estaria sendo planejado.
Alias Yousaf, cujo cliente, Adil Khan, engravidou uma das meninas aos 13 anos, declarou:
“Ficamos sem escolha a não ser concluir que a o sigilo das deliberações do júri devem
ter sido quebrados, acreditamos que podemos supor assertivamente que deve ter havido
uma comunicação ilegal de dentro da sala do júri com Nick Griffin, e talvez com outros”.
Ele acrescenta que era necessário “identificar o criminoso e responsabilizá-lo por
qualquer interferência ou adulteração no júri”.Adil Khan, 42, só parou de abusar da
menina seis meses depois, porque ela estava grávida. O bebê foi abortado, e Khan negou
conhecer a menina até que a polícia apresentou provas de DNA que provaram que ele era o pai.
Em repreensão aos que fizeram calúnias aos jurados, o juiz Clifton elogiou os “cuidadosos
e conscientes” esforços e todos os 12 jurados, afirmando que toda a nação era grata a eles.
“Qualquer pessoa que possa ter duvidado deste júri deveria lembrar-se da maneira
como vocês analisaram as provas e deram o veredicto”, acrescenta.
Yousaf também fez ataques à Polícia de Merseyside, acusando-os de não fazer
o suficiente para proteger os advogados envolvidos no caso.
Eles foram vítimas de intimidação e até violência por parte dos manifestastes
de extrema-direita do lado de fora do Tribunal da Coroa de Liverpool, fazendo com
que dois advogados abandonassem o caso no início do julgamento, que durou três meses.
Em resposta, o subchefe de polícia Chris Armitt alega que suas tropas especiais
que estavam do lado de fora do tribunal (que custaram cerca de £300.000, ou R$950.000)
resultaram em dez prisões e facilitaram as “manifestações ordeiras”.
Entre os que foram presos estava o candidato a prefeito da Frente Nacional de Liverpool,
Peter Tierney, 55. O comerciante de antiguidades foi acusado de perturbação da ordem pública.
No terceiro dia de julgamento, um motim de 100 pessoas atacou os restaurantes em Heywood,
perto de Rochdale, onde a maioria dos crimes aconteceu. Policiais foram atacados
com tijolos e as janelas das viaturas foram quebradas.
VÍTIMA DE 15 ANOS REVELA COMO FOI “ABANDONADA” PELA POLÍCIA
Uma vítima da gangue afirma que foi “abandonada” e pela Procuradoria Geral
da Coroa porque o problema de gangues asiáticas [muçulmanas] estuprando
meninas brancas era “desconhecido” na época.A menina, que tinha 15 anos quando
foi visada pela gangue, denunciou o abuso à polícia em agosto de 2008, mas a procuradoria
decidiu não abrir processo porque não acreditaram que o júri a julgaria “convincente".
Depois de denunciar o abuso, ela sofreu por mais quatro meses nas mãos da gangue,
e continuou sendo forçada ao abuso por sua “amiga”, uma adolescente que atuava
como intermediária do homem.
Ela disse que o problema “piorou” depois que contou à polícia.
“Senti-me abandonada. Mas sei que eles (a polícia) acreditaram em mim... mas...
por que eles me disseram no fim que algo tinha que ser feito, mas a procuradoria
não iria, qual é a palavra? Processar?É, assim, na época, em 2008, eles nunca tinham
ouvido falar disso... Homens asiáticos com meninas brancas.Ninguém sabia. Eu nunca tinha
ouvido falar. Agora todo mundo esta falando disso. Você pensa em muçulmanos como
homens religiosos e de família, como pessoas boas. Você não pensa... não sei...
você não imagina que eles irão fazer uma coisa dessas”.
A menina, que agora tem 20 anos, só escapou da gangue em dezembro de 2008,
quando engravidou e mudou-se para outro local. Ela então foi forçada a esperar até
agosto de 2009 para que a procuradoria lhe dissesse que eles não iriam levar o caso
a julgamento.Ela chamou os homens que abusaram dela de “perversos” e diz esperar
que eles paguem por seus crimes. “Eles roubaram minha dignidade e a última gota
de autoestima que eu ainda tinha, e no fim eu não tinha mais emoção nenhuma,
porque estava acostumada a ser usada e abusada diariamente”, afirma.
“Eu estava bloqueada, era como se eu não fosse mais eu mesma. Eles me tiraram
tudo, e eu só posso esperar de que eles paguem pelo que fizeram”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Daily Mail: “Asian grooming
gang detectives hunt for FORTY more men who may have had sex with underage girls”
Fonte: www.juliosevero.com
A maior ameaça às mulheres? A lei islâmica
Tráfico sexual humano: a moderna escravidão que não foi abolida
Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter: http://twitter.com/juliosevero
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Governo Britânico Financia Esterilizações Forçadas na Índia
Posted: 16 May 2012 03:46 PM PDT

Governo Britânico Financia Esterilizações Forçadas na Índia
Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 11 de maio (C-FAM) O governo britânico deu 268 milhões
de dólares para o governo da Índia para uma campanha que esteriliza a força mulheres
e homens pobres, de acordo com o jornal Guardian. Essa notícia chega no momento
em que a Fundação Bill & Melinda Gates se prepara para ser co-anfitriã de uma
cúpula de planejamento familiar com o governo britânico em Londres neste julho.
Melinda Gates recentemente descartou a ligação entre programas de contracepção
e controle populacional num discurso que lançou sua nova iniciativa. Com o título
de “Nada de Polêmicas”, a campanha dela tem a intenção de “mudar o debate global
em torno do planejamento familiar” não levando em conta sua ligação com o aborto,
coerção e imoralidade, e colocando a atenção no acesso universal.
Na mesma época, o Supremo Tribunal da Índia ouviu evidência de esterilizações
coercivas em massa em condições imundas.
Homens e mulheres são ajuntados como gado em acampamentos rurais
improvisados para serem esterilizados, muitos deixados em dor com pouca ou
nenhuma assistência. Algumas mulheres, esterilizadas enquanto estão grávidas,
sofreram abortos espontâneos. Algumas foram subornadas com menos de 8 dólares
e um sari, outras ameaçadas de perder seus cartões de racionamento. Algumas
morreram de operações malfeitas.Homens e mulheres analfabetos não descobriram
o verdadeiro propósito das operações até tarde demais. Numa região visada pelo
governo britânico, uma esposa de 35 anos de um trabalhador pobre, grávida de
gêmeos, morreu de hemorragia.Clínicas receberam bônus por fazerem mais de 30
operações por dia. Funcionários não governamentais eram pagos por cada pessoa
que convenceram a passar por uma operação. Um cirurgião que trabalha num prédio
escolar cometeu 53 operações em 2 horas com equipes sem qualificação, sem água
corrente e nenhum meio de limpar o equipamento.A “obsessão” de alcançar as Metas
de Desenvolvimento do Milênio da ONU empurrou a Índia a instituir esterilizações
coercivas, noticiou o Global Post in 2010. “Há uma grande pressa de determinar de
novo objetivos de cima para serem seguidos por todos. E isso está de novo criando
problemas”, disse A.R. Nanda, ex-ministra da saúde da Índia.
“Quando criamos um sistema de incentivos, ele privilegia uma solução sobre a outra
e os incentiva a cortar despesas”, disse Abhijit Das, o diretor do Fórum Healthwatch.
“E tivemos experiências muito ruins com isso no passado”.
A esterilização é o método mais comum de planejamento familiar usado pelo
Programa de Saúde Reprodutiva e Infantil Fase II iniciado em 2005 com financiamento
da Inglaterra.Relatos de 2006, 2007 e 2009 elaborados pelo governo indiano alertaram
sobre o problema com o programa, comentou o The Guardian. Contudo, em 2010
o Ministério de Desenvolvimento Internacional da Inglaterra recomendou apoio incessante.
Uma das razões principais era lidar com a mudança climática. A redução de seres
humanos reduziria os gases estufa. O ministério admitiu que há “complexas questões
de ética e direitos humanos” envolvidas em programas de controle populacional. 
Apesar dos avisos, a Inglaterra não colocou condições em seu financiamento.
A cúpula da Inglaterra e da Fundação Gates tem como objetivo coletar “compromissos
e recursos políticos sem precedente… para atender às necessidades de planejamento
familiar de mulheres nos países mais pobres do mundo até 2020”, declarou o Ministério
de Desenvolvimento Internacional, o órgão que financiou a campanha de esterilização da Índia.
A taxa de fertilidade da Índia é de 2,62. As pressões para reduzir a fertilidade
e em prol de famílias menores coincidem com a deterioração do desequilíbrio
de mais meninos do que meninas no país.
Tradução: Julio Severo
FOnte: Friday Fax

 

 


 

Comissão da Verdade não é movida por 'ódio' ou 'revanchismo', diz Dilma

Presidente se emociona ao instalar grupo para apurar crimes na ditadura.
Segundo ela, não há 'desejo de reescrever a história de forma diferente'.

 

 

Priscilla Mendes e Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília

 

 

 

 

 

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta (16), em solenidade
no Palácio do Planalto, que a instalação da Comissão da Verdade não
é motivada por "ódio", "revanchismo" ou "desejo de reescrever a história".

Acompanhada dos ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva,
Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney, Dilma deu
posse aos sete membros escolhidos por ela para compor a comissão,
que irá apurar as violações aos direitos humanos cometidos entre 1946 e 1988,
período que inclui a ditadura militar.

Presidente Dilma Rousseff em meio aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso (Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência)

 


Dilma Rousseff com ex-presidentes ao chegar para cerimônia de instalação da
Comissão da Verdade
(Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência)

"Ao instalar a Comissão da Verdade, não nos move o revanchismo,
o ódio ou o desejo de reescrever a história de uma forma diferente do
que aconteceu", afirmou a presidente em discurso. "Nos move a necessidade
imperiosa de conhecê-la [a verdade] em sua plenitude, sem ocultamento", declarou.

No discurso, a presidente se emocionou - e, em seguida, foi aplaudida de pé - ao
se referir a vítimas de violência durante o regime militar. Militante política de esquerda,
a presidente foi torturada no combate à ditadura.

"O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade e,
sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos
e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e
sempre a cada dia", afirmou, antes de, emocionada, interromper o discurso.

É como se disséssemos que, se existem filhos sem pais, se existem pais
sem túmulo, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca mesmo, pode
existir uma história sem voz. E quem dá voz à história são os homens e
mulheres livres que não têm medo de escrevê-la"

Dilma Rousseff, presidente da República

Em sua fala,  Dilma fez referência ao deputado Ulysses Guimarães (PMDB-SP),
presidente da Câmara morto há 20 anos, segundo o qual "a verdade não
morre por ter sido escondida".

Com a instalação da comissão, os sete integrantes terão dois anos para
apresentar um relatório com a narrativa e as conclusões sobre os crimes cometidos.

"Ao convidar os sete brasileiros que aqui estão que integrarão a Comissão
da Verdade, não fui movida por critérios pessoais ou por avaliações subjetivas.
Escolhi um grupo plural de cidadãos de reconhecida competência, sensatos
e ponderados", declarou a presidente.

Na solenidade, Dilma também assinou termo pelo qual entrou em vigor,
nesta quarta, a Lei de Acesso à Informação. "Fiscalização controle e
avaliação são a base de uma ação pública ética e honesta", disse, em referência à lei.

ONU
A cerimônia se iniciou com um pronunciamento de Américo Incalcaterra,
representante regional do Alto Comissariado das Nações Unidas para os
Direitos Humanos, que leu carta da alta comissária da ONU para os Direitos
Humanos, Navi Pillay, de apoio à instalação da comissão.

"[A instalação da comissão é um] passo necessário e muito aguardado no
processo de prestação contas que irá ajudar toda sociedade brasileira a entender
melhor seu passado", dizia o texto. Segundo a comissária da ONU, o compromisso
do Brasil com os direitos humanos é "essencial para apurar as mazelas do passado".

Em seguida, Dilma deu posse aos sete integrantes da Comissão da Verdade:
Gilson Dipp, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ); José Carlos Dias,
advogado e ex-ministro da Justiça; Rosa Maria Cardoso da Cunha, advogada;
Cláudio Fonteles, ex-procurador-geral da República; Paulo Sérgio Pinheiro,
sociólogo; Maria Rita Kehl, psicanalista; e José Paulo Cavalcanti Filho, advogado.

saiba maisPlanalto anuncia integrantes da Comissão da Verdade
Conheça os escolhidos de Dilma para compor a Comissão da Verdade
'A verdade envolve tudo', diz ministro sobre Comissão da Verdade
Veja perguntas e respostas sobre a nova Lei de Acesso à Informação

Segundo a presidente, eles "são capazes de entender a dimensão do trabalho
que vão executar com toda a liberdade, sem qualquer interferência do governo
mas com todo apoio de que necessitarem".

O advogado José Carlos Dias, ministro da Justiça no governo Fernando
Henrique Cardoso, discursou em nome dos demais conselheiros.

"A instalação desta comissão significa passo relevante para a consolidação
da sociedade democrática brasileira, virando página dolorosa de nossa história,
em que os direitospúblicos foram suprimidos [...] quando se ousava se opor
a quem detinha o poder", afirmou Dias.

O ex-ministro destacou as ações para a instalação da comissão realizadas
nos governos FHC e Lula e afirmou que Dilma "marca seu governo com
a coragem de assumir um definitivo compromisso com a verdade desse
capítulo sombrio de nossa história".

Segundo ele, "este é um momento que objetiva a conciliação nacional
sem caráter derevanchismo ou apedrejamento. É preciso revelar a história
para mostrar o que dela foi escondido".

 

Forças armadas americanas desenvolvem chips espiões para soldados


Governo americano alega apenas querer benefícios de “saúde” com os nanosensores
Bob Unruh

As forças armadas americanas querem implantar nanosensores nos soldados
para monitorar sua saúde em futuros campos de batalha e responder imediatamente
às suas necessidades, mas especialistas em privacidade alertam que o avanço é
apenas mais um passo no caminho que levará à obrigatoriedade de chips para todos os cidadãos.

Chip
“Nunca será o caso de o governo lhe apontar uma arma e dizer: ‘Você vai usar um

chip de rastreamento’”, disse Katherine Albrecht, coautora, junto com Liz McIntyre,

de “Spychips” (Chips Espiões), um livro que alerta para a ameaça à privacidade

representada pela RFID, ou identificação de radiofrequência.
“Sempre são passos gradativos. Se você colocar em uma pessoa um microchip

que não a rastreia... todos dirão, ‘Ah vá’”, disse ela. “Será interessante ver aonde

isso vai chegar”.De acordo com repertagem da Mobiledia, a Agência de Pesquisa

de Projetos Avançados de Defesa (conhecida pela sigla em inglês DARPA)

confirmou planos de criar nanosensores para monitorar a saúde de soldados

nos campos de batalha.Os dispositivos também permitiriam informar dados

aos médicos. Mas analistas de privacidade manifestaram a preocupação

de que os implantes pudessem ser usados não apenas para monitorar a saúde,

mas também para monitorar e possivelmente controlar as pessoas.

A DARPA descreve a tecnologia na qual está trabalhando como “uma inovação

realmente prejudicial”, que iria diagnosticar e monitorar sinais vitais e “até liberar

medicamentos na corrente sanguínea”.

De acordo com a LiveScience.com, “Resolver o problema das doenças poderia

ter um impacto enorme no número de soldados prontos para lutar, porque,

historicamente, um número muito maior morreu de doenças do que em combate”.

O relatório sugeriu que para as forças especiais, “a concretização prática de

nanosensores capazes de monitorar múltiplos indicadores de estado fisiológico

poderia ser uma inovação realmente prejudicial”. O conceito de nanosensores

capazes de diagnosticar doenças já está sendo pesquisado.

A DARPA espera lançar um segundo esforço focado em tratamentos

ainda este ano.Albrecht disse que a ação é outro passo no caminho

de ter chips implantados em todas as pessoas, que poderiam muito bem

monitorar a saúde, mas também outras áreas da vida.

Os microchips, diz ela, já são comuns em animais estimação em várias

partes do país, e que a sua aceitação tornará mais fácil para exigir o mesmo para pessoas.

Ela afirma que já se esperava que a população confinada, como prisioneiros

e tropas, seria a primeira sujeitada à obrigação, o que tornaria mais fácil para

o público geral também aceitá-lo.
“É interessante”, disse ela. “Estou surpresa com a apatia dessa geração nova.

Eles não enxergam o problema… ‘Por que alguém não iria querer ser rastreado?’”

Mas ela afirma que todos os americanos terão que decidir e dizer não a esses

avanços gradativos, ou então quando as autoridades finalmente lançarem a ideia

de chips para todos, querendo eles ou não, será tarde demais para decidir.

“A analogia que faço é [a de um trem], e se estou na Califórnia e não quero

ir parar em New City, cada parada me leva mais próximo”, afirma.

“Em algum momento, terei que descer do trêm”.

Albrecht também ajudou a desenvolver e lançar um novo projeto chamado StartPage,

que agora está processando 2 milhões de solicitações de busca por dia.

O benefício da página é a sua privacidade. O site explica que cada vez que

uma pessoa utiliza um típico site de busca, como o Google, “os dados da

sua busca são armazenados”.“Eles então armazenam as informações em um

enorme banco de dados”, explica.Como resultado, os empresários americanos e

o governo têm acesso a “uma quantidade impressionante de informações sobre você,

como seus interesses, circunstâncias familiares, inclinações políticas, condições

de saúde e mais”.O WND noticiou anteriormente que donos de animais relataram

câncer nos seus animais após a implantação do microchip. A notícia documentou

como um cachorro desenvolveu um câncer altamente agressivo justo no local onde

o chip foi inserido.Albrecht contou a história de outro cachorro, um yorkshire

de cinco anos chamado Scotty que foi diagnosticado com câncer em Memphis,

no estado de Tennessee. Scotty desenvolveu um tumor entre as omoplatas,

no mesmo local onde o microchip havia sido implantado. O tumor, do tamanho

de um pequeno balão, descrito como um linfoma maligno, foi removido.

O microchip de Scotty estava preso dentro do tumor.A Verichip, um grande

fabricante de implantes de microchip, exalta a possibilidade de a tecnologia

identificar um animal perdido e permitir que ele retorne para casa, e

descartou os potenciais riscos de saúde.“Nos últimos 15 anos”, afirma

o site da Verichip, “milhões de cachorros e gatos receberam com segurança

o microchip, com poucos ou nenhum relato de reações adversas de saúde

desse produto que pode salvar vidas, recentemente endossado pelo Ministério

de Agricultura dos Estados Unidos. Esses chips são um meio bem aceito

e bem respeitado de identificação global para animais de estimação na

comunidade veterinária”.O WND também noticiou que existem alertas sobre

um chip de radiofrequência que permitiria a identificação de indivíduos

por agentes do governo simplesmente ao passarem por eles.

A proposta, que recebeu o apoio de Janet Napolitano, diretora do Departamento

de Segurança Interna, iria implantar chips de radiofrequência em carteiras

de motorista, ou “carteiras de motorista aprimoradas”.

“Carteiras de motorista aprimoradas dão a garantia de que a pessoa

portando a carteira seja a sua verdadeira dona, e é menos complicada

do que o REAL ID (Documento de Identidade Real)”, disse Napolitano

em uma reportagem do Washington Times.

O REAL ID foi um plano para um sistema federal de identificação padronizado

por toda a nação que preocupou tanto os governadores que muitos estados

adotaram planos formais para impedi-lo. No entanto, um defensor da privacidade

disse ao WND que a carteira de motorista aprimorada é muito pior.

O WND também noticiou anteriormente sobre tais chips quando os hospitais

os usavam para identificar recém-nascidos, quando uma empresa foi encarregada

de implantar dispositivos eletrônicos em imigrantes, quando uma exposição

de saúde do governo os demonstrou e quando o Wal-Mart utilizou microchips

para rastrear clientes.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “U.S. military developing

spychips for soldiers”.
Fonte: www.juliosevero.com


O depoimentos ao Conselho de Ética do Senado dos delegados da Polícia Federal
responsáveis pela Operação Vegas e Monte Carlo dependem de autorização do Supremo
Tribunal Federal (STF). Os delegados são esperados para depor nesta terça-feira (15),
dentro do processo disciplinar contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO)
por quebra de decoro parlamentar. A ação poderá resultar na perda do mandato do senador.


Segundo o presidente do Conselho, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), o ministro
relator do inquérito no STF, Ricardo Lewandowiski, precisa autorizar a participação dos
delegados.

A decisão do ministro é aguardada para esta tarde.

"Os depoimentos estão a depender da autorização do ministro. Os delegados não podem falar
sem autorização do ministro porque eles são delegados do inquérito [...] Espero que ainda
nesta tarde tenhamos esta autorização", afirmou o senador ao G1.

Os depoimentos dos delegados da Polícia Federal Raul Alexandre Marques Souza, responsável

pela Operação Vegas, e o delegado Matheus Mella Rodrigues, responsável pela Operação
Monte Carlo, estão marcados para a manhã desta terça. Segundo Valadares, os depoimentos
serão fechados e permitidos apenas aos integrantes do conselho, da mesma forma como
ocorreu na Comissão Parlamentar de Iqnuértito na semana passada.

saiba maisCPI votará na quinta pedido para convocar procurador, diz presidente

Quebra de decoro Na última semana, o Conselho de Ética do Senado aprovou por unanimidade
o relatório preliminar do senador Humberto Costa (PT-PE), que pediu a abertura de processo
disciplinar contra Demóstenes por quebra de decoro parlamentar.

A ação poderá resultar na perda do mandato. Durante o andamento do processo, Demóstenes
terá direito de defesa no conselho.



“Inesquecível” e “Coração de Mãe"! Lançamento em dose dupla!
Noite de autógrafos na Livraria da Vila com Apóstolo Estevam e Bispa Sonia



A Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim, localizada na capital paulista,
foi cenário do lançamento do novo livro da Bispa Sonia Hernandes, “Coração de Mãe” e
do CD e DVD da Banda Inesquecível, liderada pelo Apóstolo Estevam Hernandes,
nesta quinta-feira (10).

Logo no primeiro andar do local, em destaque, as prateleiras estavam repletas com
as duas obras pioneiras marcando o cenário musical e literário. A sessão de autógrafos
foi realizada no segundo andar da Livraria da Vila, em um ambiente aconchegante,
acolhedor e intimista.

Durante três horas, o casal recebeu os cumprimentos de diversos membros da Igreja,
além de pastores, bispos e amigos de diferentes regiões da cidade, que saíram da livraria
com dedicatórias em seus CDs, DVDs e livros. O evento também contou com representantes
da gravadora Canzion Brasil e da editora Thomas Nelson, que fizeram questão de prestigiar
os líderes da igreja Renascer.

“Que alegria estar aqui nesta livraria com pessoas queridas, dando abraços e trocando experiências.
O livro Coração de Mãe foi um projeto que Deus colocou em meu coração, com o intuito de registrar
o que muitas vezes não temos coragem de dizer ou não encontramos meios de nos expressarmos.
É um caminho de restauração familiar. É um presente que serve para todos os dias. Ser mãe
é um presente que dura pra sempre! Quem é mãe é mãe todos os dias e em todos os momentos”,
declarou Bispa Sonia, emocionada com o novo trabalho.

A noite de autógrafos foi acompanhada por um “pocket show” da Banda Inesquecível, que tocou
uma versão acústica de sucessos como “Gênesis”, “Amigo Maior”, “Sepulcro Caiado” e “Asas”.

“Estou muito feliz com a repercussão do Inesquecível. Essas músicas surgiram na década
de 80, mas possuem relevância até hoje. São atemporais. Elas atingem diversas gerações,
porque são anticomerciais; são sentimentos e experiências verdadeiras traduzidas em canções.
Este projeto tem salvado muitas vidas. Foi uma explosão, porque nunca nenhuma outro artista gospel,
até então, havia entrado no Top 5 do iTunes Store. Isso é honra para o povo de Deus”,
afirma Apóstolo Estevam.

O Renascer Praise, grupo de louvor liderado pela Bispa Sonia Hernandes, também fez uma participação
especial cantando antigos sucessos e músicas inéditas que farão parte do novo trabalho do grupo.


Claudia Pires e Raquel Tenuta

 

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Fotografo Cinegrafista:
Diego Cesar Martins
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